Acusados de matar empresário por dívida de R$ 100 mil vão a júri popular em SC

Os cinco acusados estão sendo julgados pela morte do empresário Humberto Luiz Cavazzotto, de 49 anos, no dia do aniversário dele, em janeiro de 2020

Os cinco acusados pela morte do empresário Humberto Luiz Cavazzotto, de 49 anos, no dia do aniversário dele, em janeiro de 2020, estão sendo julgados em Balneário Camboriú nesta quarta-feira (27). O juri popular começou às 9h.

Eles também responder por furto de um carro usado no crime – Foto: Polícia Militar/DivulgaçãoEles também responder por furto de um carro usado no crime – Foto: Polícia Militar/Divulgação

O assassinato aconteceu em frente à casa da vítima, e, conforme a denúncia, foi motivado porque o empresário cobrava de um dos réus, o advogado, uma dívida referente à venda de um carro no valor de R$ 100 mil. Estão sendo julgados, além do advogado, a namorada dele e outros três envolvidos.

Para o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), o homicídio foi duplamente qualificado: praticado por motivo torpe e sem possibilidade de defesa pela vítima.

Relembre o caso

Conforme a denúncia, o assassinato foi planejado pelo advogado e sua namorada. Ele ficou incomodado com a cobrança de uma dívida de R$ 100 mil que a vítima insistia em receber.

Por meio de um amigo, preso depois no Rio Grande do Sul, o casal contratou um homem para executar o crime. Um dia antes, o acusado de ser o autor dos disparos e o advogado roubaram um veículo em Itajaí. Uma quinta pessoa, também contatada por meio do homem preso no Rio Grande do Sul, trocou a placa do carro por uma clonada.

No dia do crime, o denunciado apontado como o autor dos disparos teria estacionado próximo à casa do empresário e o advogado, ainda segundo a denúncia, ficou próximo do local. Quando a vítima foi se despedir de um amigo, em frente à sua casa, foi atingido com seis tiros. Cavazzotto morreu no local.

O advogado e o autor dos disparos foram denunciados por homicídio, roubo de veículo e adulteração de sinal identificador de veículo. A namorada do advogado, por homicídio. Já o homem preso no Rio Grande do Sul deve ser julgado por homicídio e adulteração de sinal identificador de veículo, mesmo crime pelo qual responde o suspeito de ter alterado a placa.

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Justiça SC

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