Adolescente atropelada nos Ingleses tem nova cirurgia adiada

O advogado da família, Tiago Souza, confirmou que a nova cirurgia de Rebeca Minori, que está sem o movimento de uma das mãos, foi adiada pela segunda vez

A adolescente Rebeca Minori, atropelada com familiares nos Ingleses, Norte da Ilha, em 1º de janeiro de 2021 passaria por uma nova cirurgia – a sétima – neste domingo (31). O procedimento, no entanto, foi adiado pela segunda vez.

Ela está sem o movimento de uma das mãos e, por isso, seria submetida a nova intervenção. O procedimento estava marcado para sexta-feira (29), mas foi adiado em função do quadro de Rebeca naquele dia. Remarcada para este domingo, a nova cirurgia foi adiada mais uma vez.

Rebeca Minori vai passar por nova cirurgia neste domingo, 31Rebeca Sayuri Albuquerque Minori, de 15 anos, fará nova cirurgia, dessa vez, para recuperar o movimento de uma das mãos – Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com Tiago Souza, advogado da família atropelada no primeiro dia de 2021, a nova cirurgia foi adiada de sexta para domingo, porque a adolescente teve uma reação a remédios. A nova data da cirurgia será divulgada na segunda-feira (1º).

Souza disse que Rebeca está fazendo tratamento com antibiótico para enfrentar uma bactéria. A mãe de Rebeca, que também foi vítima do atropelamento, está revezando com uma amiga o acompanhamento da menina no Hospital.

“Ela sente muitas dores nas costelas e na clavícula que está quebrada, tira sangue todo dia para acompanhamento da evolução da bactéria nos pulmões, com ajuda da mãe ela tenta caminhar até o banheiro mas sente muitas dores e tontura”, informou o advogado.

Rebeca está internada, desde o dia do atropelamento, no Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, mesmo local onde será realizada a nova cirurgia dela neste domingo, para que a menina volte a conseguir movimentar ambas as mãos – ela está sem o movimento de uma.

Condutor do veículo que atropelou Rebeca segue preso

Diego Sales, 34 anos, de Brasília (DF), era o condutor do veículo que atropelou Rebeca e seus familiares. Ele segue preso e sua defesa nega embriaguez, informação que conflita com os registros policiais do caso e com as decisões da Justiça catarinense.

O juiz Reny Baptista Neto, que decidiu pela prisão preventiva de Diego, cita que ele estava dirigindo em estado de embriaguez: “pois apresentava forte odor etílico, fala arrastada, olhos vermelhos, dentre outras constatações”.

Diego não fez o teste do bafômetro e, de acordo com a CCP (Central de Plantão Policial), do Norte da Ilha, usava documentos falsos.

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