Rozalba admite que planejou morte de grávida em Canelinha: ‘dei uma tijolada e cortei’

Júri popular começou às 8h desta quarta-feira; é a primeira vez que Rozalba Maria Grime fica frente a frente com testemunhas e familiares da vítima

Um ano e 3 meses se passaram após o crime brutal que tirou a vida de uma jovem grávida, em Canelinha, na Grande Florianópolis, e quase custou a do bebê, que foi retirado de forma prematura e violenta da barriga da mãe. A acusada, Rozalba Maria Grime, confessou o crime revelando que a intenção era ficar com a criança.

Rozalba é acusada de feminicídio qualificado, contra a jovem grávida, e tentativa de homicídio contra o bebê – Foto: Almir Rodrigues/NDTVRozalba é acusada de feminicídio qualificado, contra a jovem grávida, e tentativa de homicídio contra o bebê – Foto: Almir Rodrigues/NDTV

No crime que chocou Santa Catarina e o Brasil, a acusada ficou, pela primeira vez, cara a cara com testemunhas e familiares da vítima, nesta quarta-feira (24).

Nas primeiras horas do julgamento, familiares da vítima se apresentaram na Câmara de Vereadores de Tijucas, na Grande Florianópolis, com cartazes pedindo justiça.

Um ano e 3 meses se passaram da morte da jovem grávida - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
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Um ano e 3 meses se passaram da morte da jovem grávida - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
Rozalba chega ao júri - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
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Rozalba chega ao júri - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
Advogados e familiares chegam ao júri da acusada de matar grávida de Canelinha - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
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Advogados e familiares chegam ao júri da acusada de matar grávida de Canelinha - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
Familiares da jovem grávida morta pedem justiça no júri de Rozalba Maria Grime - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
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Familiares da jovem grávida morta pedem justiça no júri de Rozalba Maria Grime - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
Polícia Militar faz segurança do júri da acusada de matar grávida de Canelinha - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV
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Polícia Militar faz segurança do júri da acusada de matar grávida de Canelinha - Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV

Os familiares da vítima foram os primeiros a chegar, junto com a Polícia Militar, que faz a segurança do local e advogados. Por volta das 8h40, a acusada, Rozalba Maria Grime, também chegou à Câmara de Vereadores.

O crime aconteceu em Canelinha, na Grande Florianópolis, em agosto de 2020. Desde então, a acusada ficou presa preventivamente. Das 16 testemunhas, apenas oito serão ouvidas.

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Para receber o júri, não houve expediente do Legislativo, e a Polícia Militar deve reforçar a segurança no local.

Segundo o tenente Daniel Duering, da Polícia Militar de Tijucas, o entorno da Câmara de Vereadores foi isolado para o público durante o julgamento, para proteger tanto as testemunhas e quem vai compor o júri, quanto a acusada. O tático de Balneário Camboriú e o canil também prestaram apoio.

O júri estava marcado para às 8h, e a expectativa da população era de que, ainda nesta quarta, se soubesse o desfecho do caso.

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