Após 13h de júri, casal que cometeu crime bárbaro com espada é condenado no Sul de SC

Após 13h de júri, um casal foi condenado pelo assassinato de um homem e a tentativa de assassinato de uma mulher com uma espada caseira em Orleans, no Sul de SC

Após 13h de júri, o casal que assassinou um homem e quase matou uma mulher com uma espada foi condenado em Orleans.  O Tribunal do Júri ocorreu nesta quarta-feira (25) e foi presidido pela juíza titular da 2ª Vara da comarca, Bruna Canella Becker. A sessão aconteceu na Câmara de Vereadores de Orleans.

O homem foi condenado a 24 anos de prisão em regime fechado por homicídio e tentativa de homicídio duplamente qualificados. Já a mulher foi condenada por tentativa de homicídio.

Júri iniciou às 9h desta quarta-feira (25) na comarca de Orleans, no Sul de SC – Foto: Divulgação/Poder Judiciário/NDJúri iniciou às 9h desta quarta-feira (25) na comarca de Orleans, no Sul de SC – Foto: Divulgação/Poder Judiciário/ND

Vítimas estavam dormindo na hora do ataque

De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), o casal, junto com um adolescente filho da mulher, teria invadido a casa das vítimas enquanto elas dormiam, durante a madrugada em março de 2020.

A primeira vítima, um homem, foi golpeado 14 vezes com uma espada artesanal e veio a óbito e a outra vítima, uma mulher, foi atacada com golpes com um pedaço de madeira, mas sobreviveu pelos réus acreditarem que ela havia falecido quando desmaiou.

O ataque ocorreu no bairro Rio das Furnas, em Orleans. A motivação seria dívidas com drogas. 

Casal segue preso 


A prisão preventiva do casal foi mantida e eles não poderão responder em liberdade. O homem foi condenado por homicídio e tentativa de homicídio duplamente qualificados, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e por motivo torpe, pelos crimes serem cometidos em razão de dívida por drogas, e também pelo crime de corrupção de menores à pena de 24 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

A mulher foi condenada por tentativa de homicídio duplamente qualificado e corrupção de menores à pena de 9 anos, 7 meses e 26 dias de reclusão, em regime inicial fechado.

Cabe recurso da decisão ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O processo tramitou em segredo de justiça.

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