Como foram as primeiras horas do julgamento da acusada de matar grávida em Canelinha

Júri popular começou às 8h, na Câmara de Vereadores de Tijucas, e foi marcado pela emoção e por pedidos de justiça

As primeiras horas do julgamento de Rozalba Maria Grime, acusada de matar uma jovem grávida em Canelinha para roubar o bebê, foram marcadas por emoção e protestos no Centro de Tijucas, na Grande Florianópolis.

Rozalba chegou às 8h40 para o próprio julgamento – Foto: Almir Rodrigues/NDTVRozalba chegou às 8h40 para o próprio julgamento – Foto: Almir Rodrigues/NDTV

Familiares e amigos da vítima ficaram em frente à Câmara de Vereadores de Tijucas com cartazes relembrando a jovem assassinada brutalmente em agosto do ano passado. Com camisetas com fotos da vítima, eles pediam justiça.

Um ano e 3 meses se passaram da morte da jovem grávida – Foto: Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTVUm ano e 3 meses se passaram da morte da jovem grávida – Foto: Paulo Metling/Almir Rodrigues/NDTV

O julgamento estava marcado para começar às 8h desta quarta-feira (24), na Câmara de Vereadores de Tijucas. Rozalba chegou às 8h40, de rosa, escoltada pela polícia.

> Acompanhe ao vivo o julgamento de Rozalba

Sentada ao lado da advogada de defesa dela, Bruna dos Santos, a acusada ficou cara a cara com familiares e amigos da vítima – inclusive o viúvo.

Sete jurados foram escolhidos por sorteio. São eles que vão definir se a ré é culpada ou não dos crimes que foi denunciada: feminicídio qualificado por motivo torpe, usando meio cruel, por dissimulação e para encobrir outro crime, no caso o parto forçado e o “roubo” da criança.

Além disso, ela foi denunciada por tentativa de homicídio qualificado do bebê, que foi ferido durante o parto forçado. Ela pode responder ainda por ocultação de cadáver, parto suposto, subtração de incapaz e fraude processual.

Rozalba é acusada de feminicídio qualificado, contra a jovem grávida, e tentativa de homicídio contra o bebê – Foto: Almir Rodrigues/NDTVRozalba é acusada de feminicídio qualificado, contra a jovem grávida, e tentativa de homicídio contra o bebê – Foto: Almir Rodrigues/NDTV

Júri

Das 16 testemunhas apontadas, oito serão ouvidas durante o júri, que começou ouvindo um policial militar que estava de plantão no dia do crime.

Um dos jurados sorteados precisou ser substituído durante o primeiro depoimento, após ter passado mal. Foram cerca de 30 minutos de interrupção.

*Com informação do repórter Paulo Metling, da NDTV

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