Quadrilha que assaltou cooperativa de crédito no Alto Vale do Itajaí é condenada

Crime ocorreu em junho do ano passado e assustou os moradores da pacata cidade de Aurora

A Justiça condenou quatro homens acusados pelo roubo a agência de uma cooperativa de crédito em Aurora, no Alto Vale do Itajaí.  Somadas, as penas chegam a 41 anos de reclusão.

Três criminosos invadiram a agência armados e roubaram dinheiro e celulares – Foto: João Sérgio/Rádio SintoniaTrês criminosos invadiram a agência armados e roubaram dinheiro e celulares – Foto: João Sérgio/Rádio Sintonia

A sentença foi definida na segunda-feira (1º) pelo juízo da Vara Criminal de Rio do Sul. O crime ocorreu no dia 3 de junho de 2020 em plena luz do dia, por volta das 9h30 da manhã.

Na ocasião, três homens armados invadiram uma cooperativa de crédito no Centro da cidade e, rapidamente, anunciaram o assalto. Na época, o então tenente-coronel Renato Abreu, da Polícia Militar, relatou para a reportagem do ND+ que a ação foi bastante discreta, ao ponto de alguns clientes que estavam dentro da agência nem perceberam a movimentação dos bandidos.

Os assaltantes obrigaram os funcionários a destravar a porta giratória e a abrir o cofre. Segundo a ação, eles roubaram R$ 292 mil em dinheiro e aparelhos de celular pertencentes à cooperativa de crédito e a clientes que estavam no local.

Segundo a denúncia do Ministério Público, no total seis pessoas estariam envolvidas no assalto: os três criminosos que executaram o roubo; mais dois homens e uma mulher.

Prisão e condenação

Os quatro homens condenados, que têm idade entre 20 e 32 anos, foram presos em Joinville cerca de um mês depois do crime. Eles receberam penas que variam entre nove anos e sete meses de reclusão a 11 anos e seis meses de reclusão. Eles já estão presos e não poderão recorrer em liberdade.

A mulher que foi acusada de participar do crime foi absolvida porque as provas apresentadas contra ela foram consideradas superficiais.

Já o sexto acusado teve o processo suspenso nos termos do artigo 366 do Código de Processo Penal, que afirma que caso o acusado não compareça nem constitua advogado, a ação e os prazos ficam suspensos, podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e, se for o caso, decretar prisão preventiva.

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