AGU cobra R$ 1,3 bilhão por desmatamento na Amazônia Legal

Número corresponde a 29 ações civis públicas protocoladas e outras enviadas em dezembro do ano passado à Justiça

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quinta-feira (5) que o governo federal cobra, na Justiça, o valor de R$ 1,3 bilhão pelo desmatamento na Amazônia Legal.

Houve áreas desmatadas em decorrência de economias ilícitas nos Estados de Amapá, Rondônia, Pará, Roraima, Mato Grosso e Amazonas – Foto: Arquivo/Agência BrasilHouve áreas desmatadas em decorrência de economias ilícitas nos Estados de Amapá, Rondônia, Pará, Roraima, Mato Grosso e Amazonas – Foto: Arquivo/Agência Brasil

Segundo a AGU, o número corresponde a 29 ações civis públicas protocoladas nesta quinta, além de outras enviadas em dezembro do ano passado à Justiça.

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Ressarcimento

Assim, nos processos, grandes infratores são cobrados a ressarcir os prejuízos causados pela exploração ilegal de madeira e atividades irregulares de pecuária.

Dessa maneira, as áreas foram desmatadas ao longo do tempo em decorrência de atividades econômicas ilícitas nos estados do Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Amapá.

Força-Tarefa

Dessa forma, a cobrança faz parte do trabalho da Força-Tarefa da Amazônia, composta por procuradores da AGU que atuam junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O grupo foi criado em setembro do ano passado.

Conselho

Assim, o vice-presidente Hamilton Mourão anunciou nesta quinta que o Conselho da Amazônia vai fazer sua primeira reunião no dia 25 de março, quando será apresentado então o plano com os objetivos e metas das ações para a proteção, preservação e desenvolvimento da região Amazônica. O colegiado é coordenado pela Vice-Presidência e reúne 14 ministérios.

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Justiça

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