Dia do escritor: Conheça e relembre 10 escritores que marcaram a literatura catarinense

O dia do escritor é celebrado neste sábado (25) e, por conta disso, a reportagem do nd+ destacou algumas figuras que marcaram e ainda marcam a história da literatura em Santa Catarina. Confira!

<strong>Cruz e Souza</strong> – O poeta catarinense, João da Cruz e Souza, nasceu em 24 de novembro de 1861 na antiga Desterro, atual Florianópolis. Sua obra inclui os livros “Últimos Sonetos”, “Broquéis” e “O livro derradeiro”. Na Capital, o poeta é homenageado com o Palácio que leva seu nome. Localizado próximo à Praça XV de novembro, o prédio histórico abriga os restos mortais do escritor.
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Cruz e Souza – O poeta catarinense, João da Cruz e Souza, nasceu em 24 de novembro de 1861 na antiga Desterro, atual Florianópolis. Sua obra inclui os livros “Últimos Sonetos”, “Broquéis” e “O livro derradeiro”. Na Capital, o poeta é homenageado com o Palácio que leva seu nome. Localizado próximo à Praça XV de novembro, o prédio histórico abriga os restos mortais do escritor.

<strong>Jair Francisco Hamms</strong> nasceu em 1935 na Capital. Formado em Direito, atuou na publicidade, jornalismo e no ensino superior. Na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) exerceu funções administrativas. É autor de crônicas bem-humoradas com “O detetive de Florianópolis”, “Estórias de Gente e Outras Estórias” e “O Vendedor de Maravilhas”. O escritor, imortal da Academia Catarinense de Letras, morreu em 2012.
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Jair Francisco Hamms nasceu em 1935 na Capital. Formado em Direito, atuou na publicidade, jornalismo e no ensino superior. Na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) exerceu funções administrativas. É autor de crônicas bem-humoradas com “O detetive de Florianópolis”, “Estórias de Gente e Outras Estórias” e “O Vendedor de Maravilhas”. O escritor, imortal da Academia Catarinense de Letras, morreu em 2012.

<strong>Flávio José Cardozo</strong>, natural de Lauro Muller, fez de Florianópolis sua moradia. Foi diretor da Imprensa Oficial do Estado e da Fundação Catarinense de Cultura. Sua obra inclui os livros “Uns Papéis que Voam”, “Zélica e outros contos”, “Guatá” e “Singradura”.
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Flávio José Cardozo, natural de Lauro Muller, fez de Florianópolis sua moradia. Foi diretor da Imprensa Oficial do Estado e da Fundação Catarinense de Cultura. Sua obra inclui os livros “Uns Papéis que Voam”, “Zélica e outros contos”, “Guatá” e “Singradura”.

Nascido em Paris, em 1939, <strong>Rodrigo de Haro</strong> é um artista multifacetado. Tem obras memoráveis expostas aqui na Capital, como o mural que ocupa o prédio da reitoria da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).Como poeta, entre suas principais publicações está o livro de poemas surrealistas “Folias do Ornitorrinco”. – Foto: Flavio Tin/Arquivo/ND
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Nascido em Paris, em 1939, Rodrigo de Haro é um artista multifacetado. Tem obras memoráveis expostas aqui na Capital, como o mural que ocupa o prédio da reitoria da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).Como poeta, entre suas principais publicações está o livro de poemas surrealistas “Folias do Ornitorrinco”. – Foto: Flavio Tin/Arquivo/ND

Natural de Rio dos Cedros, <strong>Péricles Prade</strong> é formado em Direito pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Ele é ex-juiz federal e é autor de obras de poesia, ficção e história. Neste ano, seu livro “Os milagres do cão Jerônimo” está entre as obras obrigatórias do vestibular unificado da UFSC e da UFFS (Universidade Federal da Fronteira Sul). – Foto: Reprodução/ Prade&Prade/ND
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Natural de Rio dos Cedros, Péricles Prade é formado em Direito pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Ele é ex-juiz federal e é autor de obras de poesia, ficção e história. Neste ano, seu livro “Os milagres do cão Jerônimo” está entre as obras obrigatórias do vestibular unificado da UFSC e da UFFS (Universidade Federal da Fronteira Sul). – Foto: Reprodução/ Prade&Prade/ND

Natural de Nova Veneza, no Sul de Santa Catarina, <strong>Celestino Sachet </strong>e formado em Direito pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Celestino é autor de mais de 20 livros publicados e sua principal obra é “A Literatura dos Catarinenses” – Espaços e Caminhos de uma Identidade, título da extensa pesquisa de Celestino Sachet, que levou mais de uma década para ser concluída. – Foto: Reprodução/Academia Joinvilense/ND
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Natural de Nova Veneza, no Sul de Santa Catarina, Celestino Sachet e formado em Direito pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Celestino é autor de mais de 20 livros publicados e sua principal obra é “A Literatura dos Catarinenses” – Espaços e Caminhos de uma Identidade, título da extensa pesquisa de Celestino Sachet, que levou mais de uma década para ser concluída. – Foto: Reprodução/Academia Joinvilense/ND

<strong>Salomão Ribas Júnior</strong> nasceu em 1945, em Caçador, onde profissionalizou-se como jornalista. Graduado em Direito, Salomão é titular da cadeira nº 38 da Academia Catarinense de Letras, desde 1992. Além de colaborar em alguns jornais e revistas, ele publicou diversas obras e trabalhos. Entre eles, “A Educação em Debate e Ética”, “Retratos de Santa Catarina” e “Governo e Sociedade”. – Foto: Reprodução/TCE-SC/ND
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Salomão Ribas Júnior nasceu em 1945, em Caçador, onde profissionalizou-se como jornalista. Graduado em Direito, Salomão é titular da cadeira nº 38 da Academia Catarinense de Letras, desde 1992. Além de colaborar em alguns jornais e revistas, ele publicou diversas obras e trabalhos. Entre eles, “A Educação em Debate e Ética”, “Retratos de Santa Catarina” e “Governo e Sociedade”. – Foto: Reprodução/TCE-SC/ND

Natural de Presidente Prudente (SP), em 1979, <strong>Paulino Júnior</strong> mora em Florianópolis desde 2005. Graduado em Letras e mestre em Teoria Literárias pela Unesp/Assis, tem como principal obra “Todo maldito dia”, premiado na categoria Livro de Contos publicado em 2014, pela Academia Catarinense de Letras – Foto: Reprodução/HomoLiteratus/ND
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Natural de Presidente Prudente (SP), em 1979, Paulino Júnior mora em Florianópolis desde 2005. Graduado em Letras e mestre em Teoria Literárias pela Unesp/Assis, tem como principal obra “Todo maldito dia”, premiado na categoria Livro de Contos publicado em 2014, pela Academia Catarinense de Letras – Foto: Reprodução/HomoLiteratus/ND

Natural de Florianópolis, <strong>Regina Carvalho</strong> cursou Letras-Português, na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), onde também ensinou Produção Textual durante quase 30 anos. Um dos seus livros mais conhecidos se chama “O Sapo Azul”. Outra obra é a “Bulha d´arroio”, no qual atualizou o livro de contos do seu avô, Tito Carvalho. – Foto: Reproduçã00o/UFSC/ND
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Natural de Florianópolis, Regina Carvalho cursou Letras-Português, na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), onde também ensinou Produção Textual durante quase 30 anos. Um dos seus livros mais conhecidos se chama “O Sapo Azul”. Outra obra é a “Bulha d´arroio”, no qual atualizou o livro de contos do seu avô, Tito Carvalho. – Foto: Reproduçã00o/UFSC/ND