FOTOS: relembre os acontecimentos do esporte mundial em 2020

Perdas inesperadas, movimentos sociais invadindo as pistas e quadras e recordes quebrados; o ano do esporte foi de lágrimas, luta e alegria em meio à pandemia

Aos 41 anos, Kobe Bryant, um dos maiores ídolos do Los Angeles Lakers e cinco vezes campeão da NBA morreu em um trágico acidente aéreo no dia 26 de janeiro. O helicóptero levava Bryant, a filha Gigi Bryant, de 13 anos, e outras oito pessoas para um centro de treinamento no Norte de Los Angeles. O helicóptero caiu em Calabasas, próximo ao destino final – Foto: Getty Images/ND
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Aos 41 anos, Kobe Bryant, um dos maiores ídolos do Los Angeles Lakers e cinco vezes campeão da NBA morreu em um trágico acidente aéreo no dia 26 de janeiro. O helicóptero levava Bryant, a filha Gigi Bryant, de 13 anos, e outras oito pessoas para um centro de treinamento no Norte de Los Angeles. O helicóptero caiu em Calabasas, próximo ao destino final – Foto: Getty Images/ND
Duas semanas após passar por uma cirurgia, Diego Armando Maradona, o maior ídolo do futebol argentino, morreu, aos 60 anos, em Buenos Aires, no dia 25 de novembro. Maradona deu o título da Copa do Mundo de 1986 à Argentina e fez história com “La Mano de Dios”, o gol que eliminou a Inglaterra e lavou a alma dos argentinos. Irreverente dentro e fora de campo, Maradona moveu multidões até mesmo em sua despedida. A Argentina decretou luto oficial de três dias e em todo o mundo se multiplicaram as homenagens e reverências ao camisa 10 – Foto: Redes Sociais/Reprodução
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Duas semanas após passar por uma cirurgia, Diego Armando Maradona, o maior ídolo do futebol argentino, morreu, aos 60 anos, em Buenos Aires, no dia 25 de novembro. Maradona deu o título da Copa do Mundo de 1986 à Argentina e fez história com “La Mano de Dios”, o gol que eliminou a Inglaterra e lavou a alma dos argentinos. Irreverente dentro e fora de campo, Maradona moveu multidões até mesmo em sua despedida. A Argentina decretou luto oficial de três dias e em todo o mundo se multiplicaram as homenagens e reverências ao camisa 10 – Foto: Redes Sociais/Reprodução
Ídolo do futebol italiano e algoz da seleção brasileira, Paolo Rossi morreu, no dia 9 de dezembro, aos 64 anos, vítima de câncer de pulmão. Campeão e artilheiro a Copa do Mundo da Espanha, em 1982, Rossi foi o balde de água fria na seleção comandada por Telê Santana. Foi dos pés do italiano que saíram os três gols que eliminaram o Brasil – Foto: Getty Images/Divulgação/ND
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Ídolo do futebol italiano e algoz da seleção brasileira, Paolo Rossi morreu, no dia 9 de dezembro, aos 64 anos, vítima de câncer de pulmão. Campeão e artilheiro a Copa do Mundo da Espanha, em 1982, Rossi foi o balde de água fria na seleção comandada por Telê Santana. Foi dos pés do italiano que saíram os três gols que eliminaram o Brasil – Foto: Getty Images/Divulgação/ND
15 de novembro de 2020. O dia que Lewis Hamilton conquistou o sétimo título da Fórmula 1 e igualou Michael Schumacher, a quem ele já ultrapassou em número de vitórias. Hamilton faz história nas pistas e fora delas. Logo após vencer o sétimo título, o piloto britânico se apressou em manifestar seu maior desejo. Hamilton tem utilizado os holofotes para chamar a atenção para as mudanças urgentes que precisam ser feitas e nas redes sociais reiterou que continuará lutando. “Este ano fui impulsionado não apenas pelo meu desejo de vencer nas pistas, mas por um desejo de ajudar a impulsionar nosso esporte e nosso mundo a se tornar mais diversificado e inclusivo. Eu prometo a você que não vou parar de lutar por mudanças. Temos um longo caminho a percorrer, mas vou continuar a lutar pela igualdade em nosso esporte e no mundo em que vivemos.” – Foto: Divulgação/F1/ND
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15 de novembro de 2020. O dia que Lewis Hamilton conquistou o sétimo título da Fórmula 1 e igualou Michael Schumacher, a quem ele já ultrapassou em número de vitórias. Hamilton faz história nas pistas e fora delas. Logo após vencer o sétimo título, o piloto britânico se apressou em manifestar seu maior desejo. Hamilton tem utilizado os holofotes para chamar a atenção para as mudanças urgentes que precisam ser feitas e nas redes sociais reiterou que continuará lutando. “Este ano fui impulsionado não apenas pelo meu desejo de vencer nas pistas, mas por um desejo de ajudar a impulsionar nosso esporte e nosso mundo a se tornar mais diversificado e inclusivo. Eu prometo a você que não vou parar de lutar por mudanças. Temos um longo caminho a percorrer, mas vou continuar a lutar pela igualdade em nosso esporte e no mundo em que vivemos.” – Foto: Divulgação/F1/ND
Na segunda quinzena de março, mais de um mês após a explosão de casos no mundo, as Olimpíadas e Paralimpíadas, que seriam realizadas em Tóquio, foram oficialmente adiadas. No rastro, vieram as suspensões de outros eventos esportivos, como a Copa América, que seria realizada na Argentina e na Colômbia. Eliminatórias e campeonatos de todas as modalidades foram “congelados” em todo o mundo – Foto: Getty Images/Divulgação/ND
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Na segunda quinzena de março, mais de um mês após a explosão de casos no mundo, as Olimpíadas e Paralimpíadas, que seriam realizadas em Tóquio, foram oficialmente adiadas. No rastro, vieram as suspensões de outros eventos esportivos, como a Copa América, que seria realizada na Argentina e na Colômbia. Eliminatórias e campeonatos de todas as modalidades foram “congelados” em todo o mundo – Foto: Getty Images/Divulgação/ND
Em maio, os jogos de futebol começaram, aos poucos, a retornar na Europa após dois meses de confinamento. Portões fechados, torcida longe do estádio, controle de funcionários, testes e protocolos de segurança se tornaram rotina nos jogos de futebol. No Brasil, o Campeonato Carioca foi o primeiro a retornar, em junho e, na sequência, os demais projetaram e voltaram com os jogos. Apesar das medidas sanitárias, diversos times tiveram surtos de coronavírus, mas os calendários foram se adaptando e o calendário foi sendo “riscado”, mas a temporada 2020 invadirá 2021 – Foto: Vitor Silva/AFP/divulgação
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Em maio, os jogos de futebol começaram, aos poucos, a retornar na Europa após dois meses de confinamento. Portões fechados, torcida longe do estádio, controle de funcionários, testes e protocolos de segurança se tornaram rotina nos jogos de futebol. No Brasil, o Campeonato Carioca foi o primeiro a retornar, em junho e, na sequência, os demais projetaram e voltaram com os jogos. Apesar das medidas sanitárias, diversos times tiveram surtos de coronavírus, mas os calendários foram se adaptando e o calendário foi sendo “riscado”, mas a temporada 2020 invadirá 2021 – Foto: Vitor Silva/AFP/divulgação
Depois de quatro meses de paralisação, a NBA retomou a temporada regular no dia 30 de julho em uma “bolha” montada em Orlando, no parque da Disney. Sem público, as partidas foram realizadas em três quadras no ESPN Wide World os Sports Complex, na Disney. O formato foi alterado e apenas as equipes que ainda tinham chances de classificação foram para a bolha, que teve investimento pesado. Os atletas ficaram isolados em seus quartos antes mesmo de ter acesso ao complexo montado. Testes eram realizados periodicamente e, nos casos positivos, os atletas foram isolados e só liberados após a negativa em testes que eram realizados diariamente – Foto: NBA/Divulgação
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Depois de quatro meses de paralisação, a NBA retomou a temporada regular no dia 30 de julho em uma “bolha” montada em Orlando, no parque da Disney. Sem público, as partidas foram realizadas em três quadras no ESPN Wide World os Sports Complex, na Disney. O formato foi alterado e apenas as equipes que ainda tinham chances de classificação foram para a bolha, que teve investimento pesado. Os atletas ficaram isolados em seus quartos antes mesmo de ter acesso ao complexo montado. Testes eram realizados periodicamente e, nos casos positivos, os atletas foram isolados e só liberados após a negativa em testes que eram realizados diariamente – Foto: NBA/Divulgação
A NBA foi retomada em meio à efervescência de manifestações nos Estados Unidos motivadas pelo assassinato de George Floyd, morto brutalmente por policiais. Diversos jogadores foram às ruas e participaram das manifestações enquanto a NBA estava paralisada. Já na bolha, o assassinato de Jacob Blake, baleado nas costas por policiais brancos em Wisconsin, motivou ainda mais manifestações. Times inteiros se recusaram a entrar em quadra e uma rodada inteiro precisou ser cancelada. Atletas, equipes chamaram a atenção para o racismo institucional e policial na América do Norte. Na quadra “Black Lives Matter”, nas camisas, mensagens como “Say her name” e o próprio “Black Lives Matter” – Foto: NBA/Divulgação
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A NBA foi retomada em meio à efervescência de manifestações nos Estados Unidos motivadas pelo assassinato de George Floyd, morto brutalmente por policiais. Diversos jogadores foram às ruas e participaram das manifestações enquanto a NBA estava paralisada. Já na bolha, o assassinato de Jacob Blake, baleado nas costas por policiais brancos em Wisconsin, motivou ainda mais manifestações. Times inteiros se recusaram a entrar em quadra e uma rodada inteiro precisou ser cancelada. Atletas, equipes chamaram a atenção para o racismo institucional e policial na América do Norte. Na quadra “Black Lives Matter”, nas camisas, mensagens como “Say her name” e o próprio “Black Lives Matter” – Foto: NBA/Divulgação
Na F-1, Lewis Hamilton fez diversos protestos e, um deles, pedindo a prisão dos policiais que assassinaram Breonna Taylor dentro do próprio apartamento, em Louisville, em março deste ano – Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Na F-1, Lewis Hamilton fez diversos protestos e, um deles, pedindo a prisão dos policiais que assassinaram Breonna Taylor dentro do próprio apartamento, em Louisville, em março deste ano – Foto: Reprodução/Redes Sociais
O ano de 2020 foi mágico para o atacante alemão Robert Lewandowski, do Bayern de Munique. Depois de ser eleito o melhor jogador do ano da Uefa, o alemão venceu o The Best e desbancou Cristiano Ronaldo e Messi para se tornar, pela primeira vez, o melhor jogador do mundo – Foto: The Best/Divulgação
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O ano de 2020 foi mágico para o atacante alemão Robert Lewandowski, do Bayern de Munique. Depois de ser eleito o melhor jogador do ano da Uefa, o alemão venceu o The Best e desbancou Cristiano Ronaldo e Messi para se tornar, pela primeira vez, o melhor jogador do mundo – Foto: The Best/Divulgação
Após 15 anos afastado dos ringues, Mike Tyson voltou a vestir as luvas em novembro para uma luta contra Roy Jones. O ex-campeão dos pesos pesados teve um empate técnico com o adversário. A luta aconteceu no Staples Center, em Los Angeles – Foto: Getty Images
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Após 15 anos afastado dos ringues, Mike Tyson voltou a vestir as luvas em novembro para uma luta contra Roy Jones. O ex-campeão dos pesos pesados teve um empate técnico com o adversário. A luta aconteceu no Staples Center, em Los Angeles – Foto: Getty Images
11 de outubro de 2020. Esse foi o dia que o Los Angeles Lakers venceu o 17º campeonato e se igualou ao Boston Celtics como os maiores campeões da história da Liga. Comandado por LeBron James e em um ano emblemático após a morte de um de seus principais ídolos, o Lakers venceu o Miami Heat por 4 a 2 e conquistou o título que não vinha desde 2010, quando Kobe comandou a equipe angelina rumo ao título – Foto: NBA/Divulgação
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11 de outubro de 2020. Esse foi o dia que o Los Angeles Lakers venceu o 17º campeonato e se igualou ao Boston Celtics como os maiores campeões da história da Liga. Comandado por LeBron James e em um ano emblemático após a morte de um de seus principais ídolos, o Lakers venceu o Miami Heat por 4 a 2 e conquistou o título que não vinha desde 2010, quando Kobe comandou a equipe angelina rumo ao título – Foto: NBA/Divulgação
Liderados pelo quaterback Patrick Mahomes, o Kansas City Chiefs conquistou o título após 50 anos em uma virada fenomenal para cima do San Francisco 49ers. Aos 24 anos, o MVP reservou o show para o último quarto, quando o 49ers vencia por 20 a 10. A virada saiu das mãos do quaterback que conquistou seu primeiro anel no segundo ano como jogador profissional. O Chiefs não conquistava a NFL desde 1969 – Foto: Getty Images
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Liderados pelo quaterback Patrick Mahomes, o Kansas City Chiefs conquistou o título após 50 anos em uma virada fenomenal para cima do San Francisco 49ers. Aos 24 anos, o MVP reservou o show para o último quarto, quando o 49ers vencia por 20 a 10. A virada saiu das mãos do quaterback que conquistou seu primeiro anel no segundo ano como jogador profissional. O Chiefs não conquistava a NFL desde 1969 – Foto: Getty Images
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