Fogo simbólico dos Jasc 2019 chega a Timbó, uma das três cidades-sede

Evento no Vale do Itajaí teve homenagens a ex-atletas dois dias antes da cerimônia de abertura, marcada para sexta (1º/11)

Os ex-atletas John Müller e Lourival Henkels, e o radialista Osni Rhenius, o Duda, foram homenageados na quarta-feira (30) à noite, na chegada do fogo simbólico da 59ª edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina. Durante 3,7 quilômetros passando pelas ruas do Centro de Timbó, cerca de 100 atletas de várias idades se revezaram com a tocha até chegar a chama no Pavilhão de Eventos Henry Paul, local da abertura oficial da competição, na sexta-feira (1º/11), às 20h.

Pomerode e Indaial são as outras duas cidades-sede. Esse ano os jogos vão reunir 121 municípios, se igualando à edição anterior, que foi recorde na história desde a implantação das fases micro e regional.

Prefeito  de Timbó, Jorge Kruger, entrega a tocha para Paulo Müller, representando o pai John Müller – Foto: Orlando Pereira/NDPrefeito  de Timbó, Jorge Kruger, entrega a tocha para Paulo Müller, representando o pai John Müller – Foto: Orlando Pereira/ND

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Henkels, com 77 anos, ainda faz parte da equipe de tiro, na qualidade de instrutor. Inicialmente participava da prova de carabina 3 x 40, conquistando três medalhas de ouro. Ele bateu o seu próprio recorde duas vezes. Ganhou mais uma de ouro no tiro carabina de ar, modalidade implantada posteriormente.

O atirador Paulo Müller, que representou o seu pai, recebeu o fogo simbólico do prefeito Jorge Kruger na chegada ao Pavilhão de Eventos e foi o responsável pelo acendimento da pira. O pai de Paulo, John, mais conhecido como Peru, jogou bolão 16 em várias edições dos Jasc e patrocinou diversas modalidades. Paulo integra a equipe de tiro carabina, armas longas. Ao longo da sua carreira ganhou 39 medalhas, das quais 16 foram individuais, sendo duas de ouro.

Duda começou como faxineiro da antiga TV Coligadas, em Blumenau. Foi quando iniciou a sua trajetória na imprensa, atuando inicialmente na Rádio Clube de Indaial. Depois, trabalhou durante mais de dez anos na Cultura de Timbó. Ficou conhecido por narrar partidas de bocha e bolão. Encerrou a carreira em 2005 e dois anos depois morreu. Foi representado pelo filho Gilberto Rhenius.

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