Após informação sobre algas tóxicas, Lagoa do Peri recebe boia de monitoramento

Monitoramento permite que a cada 15 minutos sejam emitidos relatórios medindo temperatura e os níveis de concentração de oxigênio da água

Depois de pesquisadores do Laboratório de Ficologia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) constatarem a presença de uma alga tóxica na Lagoa do Peri, em Florianópolis, uma boia de monitoramento de qualidade da água foi instalada no local.

Boia de monitoramento emite resultados sobre a água em tempo real, a cada 15 minutos – Foto: LIMNOS/UFSC

A instalação foi realizada pelo LIMNOS (Laboratório de Ecologia de Águas Continentais) da UFSC, nas águas do Monumento Natural da Lagoa do Peri. A boia instalada realiza um monitoramento em alta frequência.

Leia também:

A área da Lagoa é gerida pelo Departamento de Unidades de Conservação da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis). O monitoramento, por sua vez, é feito pelo LIMNOS, há uma década.

Informações em tempo real

O novo método de monitoramento instalado no local permite ter informações em tempo real. A temperatura e os níveis de concentração de oxigênio da água são medidos com relatórios obtidos a cada 15 minutos.

O objetivo do Laboratório é aprimorar a precisão dos resultados, ajudando a entender os motivos que levam à dominância de cianobactérias na Lagoa.

De acordo com a Casan, o manancial da Lagoa do Peri é responsável pela distribuição de água para aproximadamente 90 mil moradores do sul da Ilha.

Boia de monitoramento na Lagoa do Peri – Foto: LIMNOS/UFSC/Divulgação

+

Meio Ambiente