Colégio Antônio Peixoto investe em tecnologia e opções para desenvolver o potencial dos alunos

Na era digital, em que as informações circulam pelo mundo em segundos, a escola destaca a importância de manter o ensino atrativo e estimular os estudantes a se tornarem pesquisadores do conhecimento

Informações que circulam por todo o planeta em segundos, por meios multimídia. São fotos, notícias, imagens e vídeos, nos mais diferentes formatos, que chegam a todo momento, de todos os lugares e linguagens, pela Smart TV, tablet, computador e na palma da mão, pelo celular. Na era digital, em que as tecnologias mudam e evoluem constantemente, os desafios no cotidiano, nos relacionamentos e, principalmente, no ensino, se multiplicam.

No CAP, estão familiarizados com a internet, o uso do computador e das ferramentas de educação virtuais desde o primeiro ano do ensino fundamental até o terceirão. – Foto: Divulgação/NDNo CAP, estão familiarizados com a internet, o uso do computador e das ferramentas de educação virtuais desde o primeiro ano do ensino fundamental até o terceirão. – Foto: Divulgação/ND

Mas como superar esses obstáculos e tornar a educação de crianças e jovens tão atraente quanto os as novas ferramentas e dispositivos eletrônicos? Qual é o futuro da escola? No Colégio Antônio Peixoto – CAP, essas questões impulsionaram os investimentos, a ampliação do uso de tecnologias e a busca por novas formas de tornar a aula mais atraente.

De acordo com Josane Fernanda Lisboa, coordenadora pedagógica do CAP, é fundamental garantir que o ensino tenha esse diferencial, seja tão instigante e prazeroso quanto o uso dos aplicativos nos dispositivos eletrônicos fora da sala de aula, mas, ao mesmo tempo, estimule que os alunos continuem sendo pesquisadores, que busquem o conhecimento.

“Esse é o grande desafio da educação neste século, porque está tudo muito pronto, muito fácil. É fazer com que o aluno não seja apenas um mero reprodutor do conteúdo, que ele saiba questionar, indagar. A escola, sendo atrativa, ele vai ter interesse na busca desse conhecimento, na pesquisa”, afirma.

Equipamentos e ferramentas mais atuais

Para isso, destaca a coordenadora pedagógica, a escola investiu em laboratórios, como o Cap Lab, onde o estudante vivencia na prática os conhecimentos, lousas digitais e outras tecnologias. O CAP também oferece mais de cem chromebooks para que os alunos tenham acesso a estas informações de forma virtual.

Josane acrescenta que, por ser uma escola que utiliza no dia a dia a tecnologia Google, os alunos estão familiarizados com a internet, o uso do computador e das ferramentas de educação virtuais desde o primeiro ano do ensino fundamental até o terceirão.

A plataforma Google for Education permite que os professores possam criar, distribuir e avaliar os trabalhos, verificando a evolução dos alunos durante todo o ano letivo. É uma ferramenta versátil aplicada tanto no ensino virtual, quanto dentro de sala de aula, já no Ensino Fundamental.

“A intenção é fazer com que os atrativos estejam dentro do colégio, pois a educação mecanicista já não torna mais a escola interessante. Essa geração é nativa digital, com 2, 3 anos já sabem manusear um celular”, explica a coordenadora pedagógica.

“O grande princípio do uso da tecnologia na escola, além de auxiliar o professor, é melhorar qualidade de ensino, pois estes estudantes precisam de algo além de uma aula expositiva. Por exemplo, fazer um desenho é ótimo. Mas por que não fazer também um desenho dentro de uma ferramenta digital?”, comenta Josane.

Para o Colégio Antônio Peixoto, o grande princípio do uso da tecnologia na escola, além de auxiliar o professor, é melhorar qualidade de ensino, pois estes estudantes precisam de algo além de uma aula expositiva. – Foto: Divulgação/NDPara o Colégio Antônio Peixoto, o grande princípio do uso da tecnologia na escola, além de auxiliar o professor, é melhorar qualidade de ensino, pois estes estudantes precisam de algo além de uma aula expositiva. – Foto: Divulgação/ND

Amparo aos professores

Outro ponto ressaltado pela coordenadora é a importância dos professores também serem amparados pela escola em todo esse processo. De acordo com ela, no Colégio Antônio Peixoto, a coordenação capacita o professor a utilizar estas ferramentas e criar novas formas de transmitir o conteúdo aos alunos, de forma mais atraente e criativa, para que as crianças e os adolescentes sintam prazer, queiram participar daquela aula.

“Isso ocorre desde muito antes da pandemia de Covid-19, então, quando a maioria das escolas foi pega de surpresa e precisou se adaptar a estas tecnologias, nós, tanto os alunos, quanto os professores, já estávamos familiarizados com as ferramentas, então, facilitou muito essa transição”, acrescenta ela.

o CAP também tem por prioridade avaliar os alunos de forma global e atender as suas necessidades. Para isso realiza e estimula ações como cultivo de hidroponia (horta orgânica) – Foto: Divulgação/NDo CAP também tem por prioridade avaliar os alunos de forma global e atender as suas necessidades. Para isso realiza e estimula ações como cultivo de hidroponia (horta orgânica) – Foto: Divulgação/ND

Escola como mediadora do conhecimento

No futuro, avalia Josane, assim como já ocorre atualmente, a escola terá um papel fundamental como mediadora do conhecimento e das informações que chegam a esses estudantes.

“A geração que estuda hoje consegue desenvolver várias habilidades, consegue ouvir uma música, enquanto lê um texto e escreve, por exemplo, entende de vários assuntos e recebe muitas informações ao mesmo tempo. Por isso, eles ainda têm dificuldade de fazer uma seleção, de identificar, muitas vezes, o que lhes acrescenta, o que efetivamente será bom para as suas vidas”, explica. A escola assume esse papel importante de mediar e ajudar os estudantes a saberem o que buscar, a fazer esse filtro”, comenta.

Isso acentua a importância da escola no aprendizado da compreensão e interpretação de texto, que está presente nas mais diversas situações cotidianas, por meio da linguagem verbal e não-verbal. Diante da diversidade de discursos e gêneros textuais, ter conhecimento prévio sobre o assunto e leitura possibilita a compreensão de contextos distintos.

Por meio de um Sistema de Energia Fotovoltaica, os alunos aprendem sobre sustentabilidade e energias renováveis – Foto: Divulgação/NDPor meio de um Sistema de Energia Fotovoltaica, os alunos aprendem sobre sustentabilidade e energias renováveis – Foto: Divulgação/ND

Valores para a vida

Além de oferecer o que há de mais atual em tecnologia para a educação, o CAP também tem por prioridade avaliar os alunos de forma global e atender as suas necessidades. Para isso realiza e estimula ações como cultivo de hidroponia (horta orgânica)  e a adoção de um Sistema de Energia Fotovoltaica com 480 placas no telhado que produzem muito além da demanda energética da escola.

“Nossa escola é tecnológica, mas também é um ambiente que preserva valores, com o cultivo da hidroponia, por exemplo. O aluno pode ver a planta crescer, acompanhar todo este processo. Ao acompanhar como funciona a energia fotovoltaica, eles veem que esta é uma realidade, os estudantes acompanham os medidores e entendem a importância das energias renováveis”, esclarece.

O CAP busca ainda oferecer opções que possibilitam aos estudantes desenvolver todo seu talento e capacidade. Algumas aulas oferecidas são de teatro, cultura japonesa e francesa, xadrez, música, dança e Taekwondo.

“Precisamos pensar no aluno como um todo, para oferecer as mais diversas possibilidades em um mesmo espaço e o CAP tem esse entendimento”, finaliza Josane Fernanda Lisboa.

CAP 50 anos – Tecnologia aplicada à educação

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