João Paulo Messer

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Criciúma vai extinguir Fundação de Meio Ambiente

Decisão política está tomada. Demanda vai ser repassada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Uma reforma administrativa que pode ser mais ampla do que a simples extinção da (FAMCRI) Fundação Municipal de Meio Ambiente deve ser anunciada pelo governo municipal de Criciúma. Tudo mais o que for mudado estará na “carona” do desejo manifestado pelo prefeito Clésio Salvaro, que está visivelmente incomodado com os resultados do órgão ambiental. Em seu lugar deve nascer uma Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

A Fundação Municipal de Meio Ambiente em Criciúma já circulou por vários endereços. – Foto: DivulgaçãoA Fundação Municipal de Meio Ambiente em Criciúma já circulou por vários endereços. – Foto: Divulgação

Como se trata de uma alteração na estrutura administrativa será necessária aprovação pela Câmara Municipal de Vereadores.

A FAMCRI, que tinha um orçamento de arrecadação na ordem de R$ 1,6 milhão para 2020, realizou R$ 570 mil, enquanto a sua despesa no mesmo período foi de R$ 2,6 milhões.

Atualmente o órgão tem 16 servidores concursados (biólogo, geólogo, engenheiro agrônomo, engenheiro químico, engenheiro ambiental, fiscais, agentes de serviços, técnicos), além de 10 comissionados e oito estagiários.

Uma vez transformada em Secretaria o responsável passa a ser diretamente subordinado ao gabinete do prefeito e sujeito a substituição mediante resultados insatisfatórios. O mesmo vale para os servidores concursados que não podem ser demitidos, mas transferidos para outras pastas.

A decisão está tomada mas ainda não tem previsão de quando iniciam os primeiros procedimentos para a extinção da SAMCRI.

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