JBS investe na economia circular para o desenvolvimento sustentável

Criação do piso verde, construção de fábrica de fertilizantes orgânicos e produção de biodiesel a partir da cadeia de gordura de proteínas são a nova aposta da Companhia

Preocupada com um futuro melhor para o planeta, a JBS, segunda maior empresa de alimentos do mundo, aposta na economia circular para continuar a promover o desenvolvimento sustentável. Desta forma, o velho modelo de economia linear, ou seja, de produção e descarte, dá lugar a um sistema regenerativo e circular, com uso de energias renováveis, reutilização de insumos e extração sustentável de matéria-prima. Com o pensamento cada vez mais presente, a empresa, que tem este modelo de economia como premissa, reuniu uma série de iniciativas, como o piso verde e a construção de uma fábrica de fertilizantes orgânicos, para se adequar aos novos protocolos de um mundo cada vez mais engajado na defesa do meio ambiente.

“Com a pandemia, os projetos de economia circular cresceram numa velocidade gigantesca, tanto no exterior como no Brasil. É uma volta ao pensamento de como a natureza sempre nos ensinou, que tudo pode ser reaproveitado” relata Guilherme Brammer, CEO e fundador da Boomera, empresa que oferece soluções de economia circular para o mercado. Para ele, passar mais tempo dentro de casa nos fez encarar o próprio volume de lixo gerado, nos fazendo refletir sobre o atual modo de vida e de consumo.

Anualmente, a JBS investe cerca de R$ 2 bilhões em sustentabilidade. Segundo Brammer, grandes investidores e acionistas estão cada vez mais preocupados em colocar seu dinheiro em empresas com propósito e impacto positivo para a sociedade. “As empresas estão percebendo que é possível ter lucro e produtos excelentes, pensando de uma forma sustentável”, conclui.

Só em 2019, a JBS reaproveitou metade dos seus resíduos, o equivalente a mais de 1 milhão de toneladas. “Na economia circular, não existe resíduo, tudo vira matéria-prima. O que antes iria para o lixo, agregamos valor e convertemos em um novo produto. Do berço ao berço”, explica Susana Carvalho, diretora executiva da JBS Ambiental e JBS Fertilizantes.

<span style="font-weight: 400;">Susana Carvalho, diretora executiva da JBS Ambiental e JBS Fertilizantes</span> &#8211; Foto: Paulo Vitale/JBSSusana Carvalho, diretora executiva da JBS Ambiental e JBS Fertilizantes – Foto: Paulo Vitale/JBS

O braço ambiental da Companhia gerenciou cerca de 24 mil toneladas de resíduos sólidos e produziu mais de 2 mil toneladas de produtos plásticos reciclados, como sacos de lixo, capas protetoras de paletes, bandejas e filmes termoencolhíveis.

Dentre as iniciativas, destacam-se:

Criação do piso verde – feito a partir do reaproveitamento de aparas de embalagens plásticas multicamadas utilizadas em produtos in natura, que são de difícil reciclagem. Apresentando a mesma resistência de um piso de concreto, o piso verde é destinado à construção civil e vem sendo empregado na pavimentação de instalações da própria JBS. O primeiro lote do material foi aplicado na unidade matriz da JBS Ambiental, em Lins, cidade do interior de São Paulo, em uma área de 2,2 mil m2 – que equivalem a mais de cinco toneladas de material plástico que deixaram de ser destinados a aterros;

Piso verde é feito a partir do reaproveitamento de aparas de embalagens plásticas &#8211; Foto: Tanajura Filmes/JBSPiso verde é feito a partir do reaproveitamento de aparas de embalagens plásticas – Foto: Tanajura Filmes/JBS

Construção de unidades produtivas de fertilizantes orgânicos – a JBS será a primeira empresa no Brasil a utilizar resíduos orgânicos gerados em suas fábricas para produção de fertilizantes. A fábrica de fertilizantes orgânicos da companhia está sendo construída em Guaiçara, também no interior paulista;

Produção de biodiesel a partir da gordura de produção da cadeia de proteína –  a JBS já ajudou a dar destinação ambientalmente correta a cerca de 13 milhões de litros de óleo de fritura recuperados em residências, escolas, igrejas e estabelecimentos comerciais em mais de 40 municípios, volume esse direcionado à produção de biodiesel. Outro insumo usado no processo é a gordura proveniente da cadeia de produção de proteína. Levando-se em consideração que cada litro de óleo pode poluir até 20 mil litros de água potável, o volume coletado pela empresa já contribuiu para evitar a contaminação de mais de 270 bilhões de litros de água.

Visando zerar o balanço de suas emissões de gases causadores do efeito estufa até 2040, a JBS ainda assumiu o compromisso global Net Zero 2040. A meta inclui as operações globais da empresa, assim como a sua diversificada cadeia de valor, que engloba produtores agrícolas e demais fornecedores, além de clientes, em seus esforços para chegar a emissões líquidas iguais a zero.

“Como uma empresa líder temos, a responsabilidade não só de produzir alimentos de qualidade para a sociedade, mas também produzir de maneira sustentável, com menor impacto possível para o clima e o meio ambiente e, consequentemente, para a sociedade. É o nosso grande compromisso com os nossos consumidores”, destaca Susana Carvalho.

Para saber mais sobre o compromisso JBS Net Zero 2040 acesse: www.jbs.com.br/netzero

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