Artista de Joinville participa de nova produção do DJ Alok

Leandro Mendes, mais conhecido como Vigas, criou projeções para documentário que retrata o processo de criação do primeiro disco do DJ

Que o trabalho do joinvilense Leandro Mendes conquista espaços muito além das divisas da maior cidade de Santa Catarina não é novidade. E prova disso é que Vigas, como é conhecido, produziu mais um trabalho de destaque nacional, desta vez em uma produção do DJ Alok.

Vigas participa de novo trabalho do DJ Alok – Foto: InternetVigas participa de novo trabalho do DJ Alok – Foto: Internet

Vigas, artista mundialmente reconhecido pelo trabalho com projeções e outras instalações multimídia, fez parte da gravação de um documentário que vai retratar o processo de produção do primeiro disco de Alok, eleito o 4º melhor DJ do mundo pela revista britânica DJ Mag em 2021.

“O trabalho foi gravado durante 30 dias em um estúdio em montanhas ao redor de Belo Horizonte, com um visual paradisíaco. Foram dias bem intensos, com filmagens e gravações praticamente todos os dias, acompanhando os processos, projeções, criando cenários dentro e no entorno do estúdio, na natureza, em pedras e árvores”, conta Vigas.

O joinvilense foi convidado para criar projeções que formassem cenários para as filmagens, não apenas com caráter de cenografia, mas que também contassem uma parte da história. “Participei da criação no local desses projeções, pensando de onde seriam projetadas e da criação das ambientações”, fala.

DJ Alok nos bastidores da gravação do disco e do documentário – Foto: DivulgaçãoDJ Alok nos bastidores da gravação do disco e do documentário – Foto: Divulgação

O documentário terá a temática indígena, uma ideia do próprio Alok. “Ele já tem contato com os povos indígenas há muito tempo e teve a ideia de criar o disco trabalhando com diferentes aldeias, cada uma trabalhando com uma música”, destaca o joinvilense.

Vigas, aliás, também tem experiência com o mesmo tema. “Já projetei no Congresso Nacional durante a entrega do abaixo-assinado do povo Yanomami para tirar garimpeiros das terras deles e foi bem interessante porque foi a primeira na fachada do Congresso”, lembra.

Vigas trabalhou com a temática indígena em outras experiências, como nesta projeção no Congresso Nacional – Foto: DivulgaçãoVigas trabalhou com a temática indígena em outras experiências, como nesta projeção no Congresso Nacional – Foto: Divulgação

Vigas comemora a oportunidade de aprender em mais um trabalho com um artista de expressão nacional e internacional.

“É uma diferença na trajetória, você acaba criando novos contatos e crescendo com o processo. Foi bem interessante ver todo o processo de gravação, toda a equipe era muito incrível, com gente indicada ao Oscar. Foi bem importante profissionalmente para crescer e entender os processos de um disco de música e de um documentário”, conta Vigas.

Tanto o disco como o documentário de Alok devem ser lançados em 2022.

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