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Som único e satisfação máxima: prazer, Reis do Nada

Conheça a história do duo local Reis do Nada, com suas letras autorais e seu style diferenciado que marcam presença aonde passam

Hello, leitores! Hoje vamos falar sobre música. Muitos devem conhecer, mas para quem não conhece se tem um som que vale a pena ter na sua playlist é o deles, do PH Collaço e Laurinho Linhares, mais conhecidos como Reis do Nada. Confira aqui a entrevista que realizei com esse duo.

Laurinho Linhares e PH Collaço, o duo Reis do Nada. – Foto: Acervo Reis do Nada/NDLaurinho Linhares e PH Collaço, o duo Reis do Nada. – Foto: Acervo Reis do Nada/ND

Para a gente começar, há quanto tempo vocês tocam juntos?

Eles tocam juntos há 9 anos, começaram em meados de 2021, mas o primeiro CD que lançaram foi em 2016. Porém, o single “Novos olhos” saiu em 2014. Já em 2015 lançaram “Longe demais” e “Olha que bem me faz” em parceria com o Cacife Clandestino.

Me contem, de onde veio a inspiração para o nome?

“A origem exatamente a gente não sabe, mas foi um processo que demorou um pouco, pois queríamos saber quem éramos nós e ficamos um bom tempo refletindo sobre isso e buscando vários nomes, até que um belo dia surgiu a ideia de Reis do nada, como se viéssemos do reino do nada, que mostrou o sentimento que queríamos passar.”

Vocês são compostos por quantos no total?

O Reis do Nada é um duo, uma dupla, formada pelos primos Laurinho Linhares e PH Collaço. “Mesmo sendo uma dupla, sempre estamos acompanhados de uma banda que são os outros Reis do Nada. No início a banda era um trio, tinha a participação de outro primo, o Rafaiollo que é o terceiro Rei do Nada.”

De todas as músicas que vocês já lançaram qual a que mais bombou?

“A primeira música que chegou legal para um número maior de pessoas foi a “olha que bem me faz” e que deu uma bela abertura dos nossos trabalhos e que nos colocou no cenário nacional, que é um som nosso com o Cacife Clandestino. Ela foi feita um pouco antes de outra música que produzimos juntos chamada “Eu e você contra o mundo”.

A música “high” em parceria com a Flora Cruz teve uma repercussão bem legal em termos locais. A versão acústica de “Mó Saudade” junto com o cantor carioca Luccas Carlos, também foi uma música que tocou bastante.”

Todas as músicas que vocês cantam são autorais?

“Todas as músicas que a gente faz, nós mesmos que escrevemos, a maioria a gente que produz também, e as que fazemos em parceria, cada um escreve a sua parte da música.”

De qual estilo musical vocês se consideram?

“A gente se considera uma banda de souljazzeletronicRnB hahaha, já cometemos o erro ou fomos induzidos a ser uma coisa só, mas somos mesmo essa mistura, podendo misturar nisso tudo o reggae também, mas a grande verdade é que a música é livre e a gente acaba produzindo tudo com um pouco de cada referência nossa, que acaba dando essa mistura maluca aí.”

PH e Laurinho, vocês têm o intuito de passar uma mensagem ou simplesmente oferecer músicas de alta qualidade?

“A gente sempre preza pela qualidade máxima das músicas, mas a gente acredita também que a música pra chegar na qualidade que queremos precisa ter uma mensagem boa, que seja relevante para as pessoas, que leve paz e amor ou que seja um escape, que seja uma parada boa que as pessoas possam se identificar.”

Como funciona o show de vocês, só autorais, ou fazem covers também? Como é a dinâmica dos shows?

“Na verdade a gente já teve mais de um tipo de show, mas eram shows pensados especialmente para os locais que íamos tocar, então como os locais não comportavam certos tipos de apresentações, não necessariamente só sons autorais ou covers. Mas sempre damos prioridade para nossas músicas, que escrevemos e produzimos, mas gostamos de misturar com as músicas que escutamos e que são nossas referências e representam um pouco do que queremos dizer.”

E me conta, como foi gravar o clipe durante a pandemia?

“Assim que estourou a pandemia, tínhamos algumas músicas engatilhadas para lançarmos e a da vez foi a “burn burn” que teve duas versões, uma acústica e outra remix, com o Barém, Barrabás e Makalister. E a gente resolveu fazer um clipe, mas por estarmos de mãos atadas, enclausurados por causa da quarentena, tivemos a ideia de fazer o clipe cada um filmando da sua casa, captando imagens da melhor maneira possível ou como pudesse, então foi um lance bem louco, tendo que se virar e reinventar. Tivemos o auxílio do Erik Bark, que foi o diretor, então ele passava as coordenadas, a gente filmava e passava as imagens para ele, e saiu o clipe, com um resultado bem legal e mostrando como estávamos vivendo.”

E se pudessem se imaginar daqui a 5 anos, qual o maior sonho de vocês?

“Daqui 5 anos a gente se imagina num mundo sem pandemia, com as pessoas andando nas ruas sem máscaras, tocando em festivais para milhares de pessoas e vivendo a música que a gente faz e sempre sonhou.”

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