Aniversário do massacre de Realengo é lembrado no Rio

Carreatas, cerimônias e missas marcam a passagem do primiero ano após tiroteio que matou 12 estudantes

R7/ND

Escola em Realengo passou por reforma, mas segurança continua falha

O massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio, completa um ano neste sábado (7). Para que a data que a não seja esquecida, os pais das vítimas vão pedir paz aos pés do Cristo Redentor, no morro do Corcovado, na zona sul. Em abril do ano passado, o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu o colégio, matou 12 estudantes e feriu outros 12.

Além de familiares, sobreviventes da tragédia, alunos e professores uniram-se em uma grande oração na manhã deste sábado. O encontro teve a presença do arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, e o prefeito Eduardo Paes.

À tarde, uma carreata, que sairá da Tasso da Silveira, vai percorrer as ruas de Realengo em mais uma homenagem às vítimas do atirador Wellington Menezes de Oliveira. Na manhã de domingo (8), uma missa vai lembrar as vítimas da tragédia na Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Realengo.

Na noite de sexta-feira (6), um ato ecumênico reuniu pais e alunos em frente à escola. Depois disso, eles fizeram uma caminhada pelas principais ruas de Realengo.

Um ano após o massacre, os sobreviventes ainda lutam para superar medos e traumas. Um projeto de lei que poderia barrar a entrada de armas e criminosos nas escolas do Rio ainda não saiu do papel.

O projeto, apresentando à Câmara de Vereadores em 2006, prevê a instalação de detectores de metais e aparelhos de raio-X nos portões dos colégios públicos e privados da capital fluminense.

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