Bafômetros que dispensam contato com a boca do motorista serão usados em SC

Trezentos e setenta e um novos bafômetros passivos já estão no CAD (Centro de Armazenamento e Distribuição) da Polícia Militar de Santa Catarina, em Barreiros, São José. Com investimento na ordem de R$ 750 mil, os equipamentos irão agilizar o processo de fiscalização, durante as diversas barreiras policiais e blitzes realizadas pelo Estado.

Novo modelo de bafômetro dispensa contato com a boca do motorista – Foto: PMSC/Divulgação/ND

O equipamento, modelo Breathalyser Iblow10, é um pequeno bastão que capta a presença de álcool no ar e não exige do motorista assoprar nenhum bocal. A ponta é luminosa e brilha nas cores vermelha, se houver presença de álcool, e verde, se não houver.

Segundo o fabricante, até 12 pessoas podem ser aferidas em apenas um minuto. “O aparelho facilita bastante o nosso trabalho, por questão da agilidade, já que o motorista não precisa nem descer do carro. Na janela do veículo já conseguimos fazer a aferição”, comentou o comandante-geral da PMSC, coronel Dionei Tonet, ao falar sobre as vantagens do equipamento.

“Além disso, com ele, conseguimos fazer uma triagem mais abrangente. E, nos casos indicados, submetemos o condutor ao etilômetro convencional, que é mais preciso e imprime o resultado na hora”. completou.

Santa Catarina recebeu 371 bafômetros do modelo Breathalyser Iblow10 – Foto: PMSC/Divulgação/ND

Ao todo, 302 bafômetros foram adquiridos por meio do Fundo de Melhorias da Polícia Militar (Fumpom), no valor total de R$ 613.029,80, e os outros 69 equipamentos comprados por meio de Convênio de Trânsito, no valor de R$ 140.063,10. Cada bafômetro teve um valor unitário de R$ 2.029,90.

Ainda não há data prevista para a distribuição dos equipamentos, que ainda precisam ser cadastrados. Todos os municípios do Estado receberão pelo menos um dos novos bafômetros adquiridos.

Multa

Atualmente, o condutor embriagado recebe multa de R$ 2,934,70 e responde a processo administrativo para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Os que excedem os 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido, por sua vez, cometem crime de trânsito e podem ser presos por até três anos.

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