Base de Educação Ambiental é vandalizada na Lagoa Pequena, em Florianópolis

Placas de sinalização foram vandalizadas na Base de Educação Ambiental, na Lagoa Pequena, em Florianópolis.

As estruturas foram arrancadas na semana passada e, de acordo com a Amocam (Associação de Moradores do Campeche), esta não é a primeira vez que a base é depredada. O local foi alvo de vandalismo em outras duas ocasiões.

Área foi novamente alvo de vândalos – Foto: Amocam/Reprodução Redes Sociais/ND

Em junho, logo após a estrutura ser aberta para a comunidade, as placas que alertavam para a proibição de animais na trilha foram depredadas. Dois meses depois, em outubro, a porta do contêiner da base foi arrombada.

A estrutura havia sido pintada por duas artistas plásticas da comunidade mas, após a depredação do espaço, a obra precisou ser descontinuada.  

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Uma equipe da Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente) foi até o local e reinstalou uma nova porta.

Segundo o órgão, que é responsável pela manutenção das unidades de conservação da Capital, a colocação de outras placas também já foi providenciada.

– Foto: Amocam/Reprodução Redes Sociais/ND

Proibição de animais

Com relação à proibição da entrada de animais na base, a prefeitura já havia informado que a restrição é amparada por lei federal e tem o objetivo de proteger a fauna silvestre. 

De acordo com Mauro Manoel da Costa, chefe do departamento de unidades de conservação da prefeitura, em entrevista ao ND, a legislação está “fundamentada em estudos que demonstram que cães e gatos, quando presentes em ambientes naturais, perturbam os processos de reprodução, abrigo e alimentação da fauna silvestre”. 

Na base, moradores oferecem atividades autoguiadas, além de projetos específicos em parcerias com escolas ou grupos de visitantes. A unidade funciona todos os dias e um funcionário da Floram trabalha no local.

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