Brasil não participa de intervenção em outros países, diz Mourão

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, descartou a possibilidade de uma participação brasileira em uma eventual ação militar externa na Venezuela após o Brasil e os Estados Unidos reconheceram o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino do país vizinho. “O Brasil não participa de intervenção, não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países”, disse Mourão, ao deixar o Palácio do Planalto nesta quarta-feira (23).

Mourão - Brazil Photo Press/Folhapress
Mourão – Brazil Photo Press/Folhapress

Horas antes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarara que “todas as opções estão sobre a mesa” em relação ao país sul-americano.

Mourão afirmou que o apoio político do Brasil é em relação à decisão do líder opositor e futuramente, caso seja necessário, o Brasil vai participar de um apoio econômico para “reconstrução” da Venezuela.

Na hipótese de prisão de Guaidó, o presidente em exercício disse que o Brasil, neste caso, “só pode protestar; não vai fazer mais nada além disso.” A única ligação entre as Forças Armadas de Brasil e Venezuela, afirmou Mourão, é um contato institucional entre os ministros da Defesa dos dois países.

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Brasil não participa de intervenção em outros países, diz Mourão

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, descartou a possibilidade de uma participação brasileira em uma eventual ação militar externa na Venezuela após o Brasil e os Estados Unidos reconheceram o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino do país vizinho. “O Brasil não participa de intervenção, não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países”, disse Mourão, ao deixar o Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 23.

Horas antes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarara que “todas as opções estão sobre a mesa” em relação ao país sul-americano.

Mourão afirmou que o apoio político do Brasil é em relação à decisão do líder opositor e futuramente, caso seja necessário, o Brasil vai participar de um apoio econômico para “reconstrução” da Venezuela.

Na hipótese de prisão de Guaidó, o presidente em exercício disse que o Brasil, neste caso, “só pode protestar; não vai fazer mais nada além disso.” A única ligação entre as Forças Armadas de Brasil e Venezuela, afirmou Mourão, é um contato institucional entre os ministros da Defesa dos dois países.

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