Briga de trânsito teria motivado agressão a médico em Florianópolis

Atualizado

A Polícia Civil conseguiu esclarecer na manhã desta sexta-feira (17), o caso da tentativa de homicídio contra um médico da Upa Sul. O caso aconteceu no último dia 5 de janeiro, quando o pediatra Cláudio Santos Pacheco, de 58 anos, chegava para trabalhar.

Claudio Pacheco foi agredido no dia 5 de janeiro – Foto: Reprodução Facebook

Briga de trânsito foi a motivação do crime

Foram cumpridas duas prisões temporárias e um terceiro envolvido na agressão está sendo procurado pela Policia Civil. Segundo o delegado Ronaldo Moretto, da CILS (Central de Investigações Leste e Sul), as primeiras informações dão conta de que o motivo da agressão seria uma briga de trânsito iniciada na Ponte Pedro Ivo Campos, na região central de Florianópolis.

Após o desentendimento com o médico, os três homens iniciaram uma perseguição que só terminou no local de trabalho de Cláudio Pacheco, na UPA Sul, localizada no bairro Rio Tavares.

“Os autores espancaram o médico até deixá-lo no chão e arrastaram o seu corpo para trás de um tapume, desferindo um golpe com uma pedra no rosto da vítima. Eles achavam que o médico estava morto”, disse o delegado Moretto.

Dois homens já estão presos

As prisões dos acusados foram realizadas entre o final da noite de quinta (16) e manhã desta sexta-feira (17) no Bairro Aririú, em Palhoça e no bairro dos Ingleses, no Norte da Ilha, em Florianópolis.

O terceiro homem que participou do crime, ainda não foi identificado, mas as investigações prosseguem para localizá-lo.

A Polícia Civil também apreendeu as roupas usadas pelos homens no dia do crime. Após as prisões e interrogatórios, os envolvidos serão encaminhados ao sistema prisional.

As investigações tiveram o apoio da 10ª Delegacia de Polícia da Capital e da 2ª Delegacia de Polícia da Capital.

Estado de saúde

O médico Cláudio Santos Pacheco segue internado no Hospital Baía Sul, em Florianópolis. Até então, o quadro de saúde de Pacheco é estável. Apesar dos ferimentos, as imagens de ultrassom não detectaram lesão cerebral. Conforme a Secretaria de Saúde da Capital, serão necessários diversos procedimentos para recuperar o rosto, atingido por uma lajota.

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