Câmara de Vereadores de Florianópolis homenageia os 50 anos de “Rancho do Amor à Ilha”

Em um pedacinho de terra perdido no mar, um poeta com tanto para cantar, narrou em canção uma beleza sem par. Num pedacinho de terra, onde há moça faceira e velha rendeira, é a querida figueira quem faz fantasiar. Em um local onde a natureza reuniu tanta beleza, a lagoa formosa é uma ternura de rosa. Vaidosa, sestrosa e dengosa, a lua é cristal que se espelha, tornando-se um verdadeiro poema ao luar.

A lembrança dos versos do poeta e compositor Claudio Alvim Barbosa, o Zininho, são a marca registrada de Florianópolis. Criada em 1965, a canção foi escolhida como hino oficial da cidade em 1968, eternizando as belezas da cidade e o talento do artista.

Nesta segunda-feira, familiares de Zininho, morto em 1998, ocuparam o plenário da Câmara, onde receberam as homenagens dos vereadores pelos 50 anos da composição do “Rancho do Amor à Ilha”. A sessão especial foi proposta pelo vereador Pedrão (PP). “Ícone da nossa cultura, responsável por criar parte de nossa identidade enquanto povo, Zininho, por meio dos versos do Rancho do Amor à Ilha, conseguiu, em palavras, externar todo o sentimento que nós cidadãos de Florianópolis possuímos por nossa amada cidade”, disse o parlamentar.

Arquivo pessoal/Cláudia Barbosa/ND

Natural de Biguaçu, Zininho eternizou Florianópolis em sua canção

Participaram da homenagem a viúva, Ivete Vieira Barbosa, os filhos Claudia Regina Barbosa e Jairo Alvim Barbosa, além dos netos Lui Barbosa e Maria Barbosa. A filha, que herdou o dom artístico do pai, agradeceu o reconhecimento cantando ao vivo a música do pai.

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