Caso Cátia Regina: O que já se sabe sobre o assassinato da empresária de São Francisco do Sul

Cátia Regina Silva foi assassinada quando voltava de Joinville para São Francisco do Sul, no fim de julho. Duas pessoas são apontadas pela Polícia como suspeitos do crime. Magali Santos, dona de uma loja de roupas concorrente, está presa no Presídio Regional de Itajaí desde sexta-feira (2). O marido dela, Fabricio Wolcke, que seria o autor do disparo, segue foragido. Novas testemunhas estão sendo ouvidas pela Polícia para confirmar se o motivo seria mesmo concorrência comercial.

Julho: A empresária Cátia Regina da Silva foi assassinada em Araquari no Norte do Estado. O corpo dela foi encontrado em um rio da cidade. Segundo a polícia, uma disputa comercial teria motivado o crime. Ao fim do inquérito, três pessoas foram indiciadas pela morte de Cátia - Facebook

Julho: A empresária Cátia Regina da Silva foi assassinada em Araquari no Norte do Estado. O corpo dela foi encontrado em um rio da cidade. Segundo a polícia, uma disputa comercial teria motivado o crime. Ao fim do inquérito, três pessoas foram indiciadas pela morte de Cátia - Facebook

Durante as buscas, o carro de Cátia foi encontrado carbonizado no Morro da Palha, em São Francisco do Sul. Pegadas de um sapato diferente ao que a empresária usava no dia também foram encontradas. - Polícia Civil

Durante as buscas, o carro de Cátia foi encontrado carbonizado no Morro da Palha, em São Francisco do Sul. Pegadas de um sapato diferente ao que a empresária usava no dia também foram encontradas. - Polícia Civil

No fim do dia 25 de julho, o corpo da empresária foi encontrado em um rio, no município de Araquari. O corpo apresentava um tiro na cabeça e os braços amarrados nas costas. Suspeitas que se tratava de uma execução foram levantadas pela polícia. - Divulgação/ND

No fim do dia 25 de julho, o corpo da empresária foi encontrado em um rio, no município de Araquari. O corpo apresentava um tiro na cabeça e os braços amarrados nas costas. Suspeitas que se tratava de uma execução foram levantadas pela polícia. - Divulgação/ND

Primeiramente, o crime foi tratado como latrocínio, hipótese descartada pela polícia durante as investigações. Depois que novas testemunhas foram ouvidas, indícios de que a morte foi motivada por uma guerra comercial ficaram mais evidentes. - Redes Sociais

Primeiramente, o crime foi tratado como latrocínio, hipótese descartada pela polícia durante as investigações. Depois que novas testemunhas foram ouvidas, indícios de que a morte foi motivada por uma guerra comercial ficaram mais evidentes. - Redes Sociais

Comoção e revolta marcaram o velório de Cátia no dia 26 de julho. Na cerimônia, o marido da empresária afirmou que a esposa estava recebendo ameaças a respeito da legalidade do comércio. - Adriano Mendes / RICTV Joinville

Comoção e revolta marcaram o velório de Cátia no dia 26 de julho. Na cerimônia, o marido da empresária afirmou que a esposa estava recebendo ameaças a respeito da legalidade do comércio. - Adriano Mendes / RICTV Joinville

Uma semana depois do crime, a Polícia Civil prendeu uma mulher suspeita de envolvimento na morte da empresária. Magali dos Santos é dona de uma loja de roupas em São Francisco do Sul, onde foi detida. Além dela, o marido também é suspeito de assassinar Cátia. Ela foi encaminhada ao Presídio de Joinville, onde segue presa. - RICTV Record/ND

Uma semana depois do crime, a Polícia Civil prendeu uma mulher suspeita de envolvimento na morte da empresária. Magali dos Santos é dona de uma loja de roupas em São Francisco do Sul, onde foi detida. Além dela, o marido também é suspeito de assassinar Cátia. Ela foi encaminhada ao Presídio de Joinville, onde segue presa. - RICTV Record/ND

Na casa de Magali foi localizada uma arma. O marido da suspeita, é acusado de ter disparado contra Cátia. Ele fugiu do local no momento da chegada da Polícia. O revólver foi encaminhado para a perícia que determinará se o disparo que atingiu a empresária é compatível. - RICTV RECORD/ND

Na casa de Magali foi localizada uma arma. O marido da suspeita, é acusado de ter disparado contra Cátia. Ele fugiu do local no momento da chegada da Polícia. O revólver foi encaminhado para a perícia que determinará se o disparo que atingiu a empresária é compatível. - RICTV RECORD/ND

Apontado como autor do disparo que matou a empresária Cátia Regina da Silva, o comerciante Fabricio Woche usou seu perfil no Facebook para se defender. Ele chegou a afirmar que se apresentaria a polícia, mas apagou a postagem momentos após a publicação. - Redes Sociais

Apontado como autor do disparo que matou a empresária Cátia Regina da Silva, o comerciante Fabricio Woche usou seu perfil no Facebook para se defender. Ele chegou a afirmar que se apresentaria a polícia, mas apagou a postagem momentos após a publicação. - Redes Sociais

Fabrício segue foragido. Segundo o delegado Rafaello Ross, responsável pelo caso, novas testemunhas estão sendo ouvidas para confirmar se as roupas compradas por Cátia durante a viagem, são as mesmas que estão sendo revendidas na loja dos principais suspeitos pelo crime. - Redes Sociais

Fabrício segue foragido. Segundo o delegado Rafaello Ross, responsável pelo caso, novas testemunhas estão sendo ouvidas para confirmar se as roupas compradas por Cátia durante a viagem, são as mesmas que estão sendo revendidas na loja dos principais suspeitos pelo crime. - Redes Sociais

+

Notícias