Caso Gabriella: Justiça nega pedido de prisão domiciliar de Leonardo

Atualizado

A Justiça não demorou sequer o tempo médio de análise de pedidos de prisão domiciliar e negou, na tarde desta quarta-feira (8), o pedido protocolado pela defesa de Leonardo Natan Chaves Martins. Ele é acusado de matar Gabriella Custódio da Silva no dia 23 de julho de 2019, em Joinville, Norte do Estado. O pedido foi feito pelos advogados de Leonardo na tarde de segunda-feira (6).

Julgamento foi remarcado para o dia 20 de maio – Foto: Reprodução/Facebook

A defesa baseava o pedido na pandemia do coronavírus e no suposto pertencimento do acusado a um dos grupos de risco, o de hipertensos. Na decisão, o juiz Gustavo Henrique Aracheski afirma que não há notícia de eventual gravidade no quadro de hipertensão de Leonardo. Ele ainda ressalta que não há contágio no Presídio Regional de Joinville, onde o acusado está preso.

A defesa afirmou, após a negativa da Justiça, que o juiz pediu para que o presídio oficie qualquer alteração com relação a situação da saúde de Leonardo e do contágio do coronavírus. Com isso, seria possível uma reanálise do caso.

O julgamento, que deveria ter acontecido no dia 24 de março, foi remarcado para 20 de maio, às 9h.

Leia também:

Caso Gabriella: Defesa pede prisão domiciliar de Leonardo devido à pandemia do coronavírus

Caso Gabriella: Pai de acusado pela morte da jovem é enterrado em Joinville

Pai de acusado de matar Gabriella Custódio é encontrado morto em São Francisco do Sul

Defesa quer desqualificar feminicídio em caso Gabriella Custódio

Justiça