Catarinenses que estavam em Guiné-Bissau voltam para casa neste sábado

Grupo de missionários desembarca no aeroporto Hercílio Luz às 23h

Divulgação/ND

Alívio. Edson Fornazari é um dos missionários que estavam retidos na Guiné-Bissau, após realizar trabalho humanitário

Depois de oito dias retidos na Guiné-Bissau, costa Oeste da África, após o golpe de Estado que derrubou o governo de Raimundo Pereira e Carlos Gomes, os 10 missionários catarinenses que estavam numa missão humanitária financiada pela igreja Assembleia de Deus, de São José, estão voltando para Florianópolis.

O grupo não conseguia sair do país, em função de uma ordem do Exército que proibiu os transportes marítimos e aéreos por uma semana. Em negociação com o consulado brasileiro, obtiveram, na tarde desta sexta-feira, visto para voar para o Senegal. E de lá, embarcaram para Lisboa em Portugal.

Fabio Anderson da Silva, cunhado de Estela Monica Martins, integrante da missão, contou que a situação estava tensa. “Eles não levaram dinheiro suficiente para todos esses dias, estão longe das famílias e faltando aos compromissos de trabalho. Fora o risco de estar num país com essa instabilidade.”Tatiane Soares, mulher de Eduardo, outro integrante da expedição, afirmou que os evangélicos chegarão à Capital neste sábado, às 23h. “Estou aliviada!”, desabafou.

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