Comissão dos EUA confirma investigação sobre práticas do Facebook

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A FTC (Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, na sigla em inglês) reconheceu nesta segunda-feira (26) que está investigando as práticas de privacidade do Facebook. A iniciativa ocorre na ressaca do escândalo envolvendo a consultoria política Cambridge Analytica, que teve acesso a informações pessoais de usuários do Facebook para manipular a eleição presidencial americana de 2016 a favor de Donald Trump.

Mark Zuckerberg - Divulgação/ND
Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, se desculpou pelo erro da companhia – Divulgação/ND

Agências de notícias informaram na semana passada que a FTC avaliava se o Facebook havia violado um decreto de consentimento de 2011, em que acordou com as autoridades sobre suas práticas de privacidade.

Na sexta-feira (23), parlamentares dos EUA solicitaram oficialmente que Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, explique em uma audiência do Congresso do país como os dados dos usuários foram liberados para a consultoria.

Uma comissão parlamentar britânica também convocou Zuckerberg para falar sobre o suposto uso ilegal de informações pessoais.

À rede CNN, Zuckerberg disse na quarta (21) que está disposto a depor no Congresso americano e lamentou o ocorrido. “Em retrospecto, foi um erro acreditar na Cambridge Analytica”, disse. “E precisamos garantir que nunca mais cometamos o erro de novo.

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Comissão dos EUA confirma investigação sobre práticas do Facebook

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A FTC (Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, na sigla em inglês) reconheceu nesta segunda-feira (26) que está investigando as práticas de privacidade do Facebook.

A iniciativa ocorre na ressaca do escândalo envolvendo a consultoria política Cambridge Analytica, que teve acesso a informações pessoais de usuários do Facebook para manipular a eleição presidencial americana de 2016 a favor de Donald Trump.

Agências de notícias informaram na semana passada que a FTC avaliava se o Facebook havia violado um decreto de consentimento de 2011, em que acordou com as autoridades sobre suas práticas de privacidade.

Na sexta-feira (23), parlamentares dos EUA solicitaram oficialmente que Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, explique em uma audiência do Congresso do país como os dados dos usuários foram liberados para a consultoria.

Uma comissão parlamentar britânica também convocou Zuckerberg para falar sobre o suposto uso ilegal de informações pessoais.

À rede CNN, Zuckerberg disse na quarta (21) que está disposto a depor no Congresso americano e lamentou o ocorrido.

“Em retrospecto, foi um erro acreditar na Cambridge Analytica”, disse. “E precisamos garantir que nunca mais cometamos o erro de novo.

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