Debate fica ‘capenga’, diz Ciro sobre ausências de adversários

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O “debate fica capenga” sem “frações importantes da opinião pública” representadas no debate, disse Ciro Gomes (PDT) neste domingo (9), uma alusão à ausência de Lula (PT), preso, e Jair Bolsonaro (PSL), hospitalizado, no confronto entre presidenciáveis organizado por Gazeta, Jovem Pan e Estado de S. Paulo.

O pedetista também disse que, num eventual governo seu, autoridades militares “não darão declaração política”. Havia sido questionado sobre a fala do comandante do Exército, general Villas Boas, para quem a legitimidade do presidente eleito pode ser questionada por adversários.

Para Ciro, no atual “estado de baderna” em que nos vemos, o general dava um recado a seus subordinados, inclusive as “cadelas no cio do fascismo”.

Ciro Gomes em entrevista na Record TV - Record TV
Para Ciro, no atual “estado de baderna” em que nos vemos, o general dava um recado a seus subordinados, inclusive as “cadelas no cio do fascismo” – Record TV

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O “debate fica capenga” sem “frações importantes da opinião pública” representadas no debate, disse Ciro Gomes (PDT) neste domingo (9), uma alusão à ausência de Lula (PT), preso, e Jair Bolsonaro (PSL), hospitalizado, no confronto entre presidenciáveis organizado por Gazeta, Jovem Pan e Estado de S. Paulo.

O pedetista também disse que, num eventual governo seu, autoridades militares “não darão declaração política”. Havia sido questionado sobre a fala do comandante do Exército, general Villas Boas, para quem a legitimidade do presidente eleito pode ser questionada por adversários.

Para Ciro, no atual “estado de baderna” em que nos vemos, o general dava um recado a seus subordinados, inclusive as “cadelas no cio do fascismo”.

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