Deputado Júlio Garcia é eleito novo presidente da Alesc

Tomaram posse na manhã desta sexta-feira (1º) na Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), em Florianópolis, os 40 deputados estaduais eleitos no pleito de 2018. A cerimônia aconteceu no Plenário Deputado Osni Régis e começou por volta das 9h15. Após o ato, houve a eleição da presidência da Casa. O único candidato, Julio Garcia (PSD), foi eleito presidente para o biênio 2019-2020.

Ao todo, 40 deputados estaduais tomam posse na Alesc nesta sexta-feira - Marco Santiago/ND
Ao todo, 40 deputados estaduais tomam posse na Alesc nesta sexta-feira – Marco Santiago/ND

Conforme determina o regimento inter­no do parlamento estadual, a sessão de pos­se e instalação foi presidida pelo deputado Romildo Titon (MDB), que é o parlamentar mais idoso entre os de maior número de le­gislaturas completas na Casa. Primeiro, todos os deputados fizeram um juramento.

Na sequência, ocorreu a eleição da presidência da Casa. Como já era esperado, Júlio Garcia foi eleito presidente da Alesc para o biênio 2019-2020, por unanimidade. Também ficou decidida a composição da Mesa Diretora, que terá deputados do PSD, MDB, PDT, PSB, PT, PP e PR. Na votação dos demais cargos da Mesa, apenas Jesse Lopes (PSL) e Bruno Souza (PSB) votaram contrário.

Confira como será a composição da Mesa Diretora da Alesc:

Presidente – Julio Garcia (PSD)

1º Vice-presidente – Mauro de Nadal (MDB)

2º Vice-presidente – Rodrigo Minotto (PDT)

1º Secretário – Laércio Schuster (PSB)

2º Secretário – Padre Pedro Baldissera (PT)

3º Secretário – Altair Silva (PP)

4º Secretário – Nilson Berlanda (PR)

Deputado Julio Garcia foi eleito presidente da Alesc para o biênio 2019-2020 - Marco Santiago/ND
Deputado Julio Garcia foi eleito presidente da Alesc para o biênio 2019-2020 – Marco Santiago/ND

Militares em cargos públicos

Uma das primeiras demostrações de força da base governista na Alesc será justamente a apreciação dos vetos. Logo após a posse, o deputado Coronel Mocelin (PSL) deu entrevista aos jornalistas sobre o assunto e sobre a questão dos militares em cargos públicos.

“Nós temos mais de 3 mil militares hoje trabalhando nos fóruns, na Assembleia e no Tribunal de Justiça; policiais civis, policiais militares, bombeiros militares, funcionários públicos que estavam aposentados e que voltaram a trabalhar, todos eles serão atendidos por essa lei. Nós temos que verificar qual o impacto disso. Tem algumas notícias dizendo que esse servidor vai ganhar R$ 50 mil a R$ 60 mil, mas é fake isso. O máximo é o teto do desembargador, que é de R$ 33 mil atualmente. Tirando o Imposto de Renda e a Previdência, o máximo que um servidor aposentado que volte a trabalhar vai receber é de R$ 21 mil a R$ 22 mil”, rebateu.

Mocelin se referia ao projeto do deputado estadual Kennedy Nunes (PSD), que proíbe aos servidores aposentados ou da reserva acumularem os salários com os de cargos comissionados, quando nomeados. O pessedista alega isonomia, porque os servidores da ativa precisam escolher uma das remunerações quando indicados para cargos de confiança.

* Com informações do repórter Fábio Bispo/ND

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