Dermatologista gaúcha é referência em Transplante Capilar FUE

Atualizado

Você já deve ter ouvido a máxima “é dos carecas que elas gostam mais”, correto? Mas provavelmente a maioria dos 42 milhões de brasileiros (segundo dados da Sociedade Brasileira do Cabelo – SBC) que sofrem com calvície, discorda da frase.

A perda dos cabelos está intimamente ligada à ideia de velhice e, por consequência, da baixa autoestima. Portanto, à medida em que cresce o número de pacientes com alopecia, aumentam também os casos de depressão e perda de vida social.

E o número de casos, principalmente em homens, só cresce, já que por conta de uma vida mais corrida e estressante, eles têm perdido os cabelos cada vez mais cedo. Conforme pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde, metade dos homens sofrerão com algum tipo de calvície até os 50 anos de idade. Porém, o que até então parecia um caso perdido, ganha novo fôlego com o Transplante Capilar FUE.

Resultado natural é o grande diferencial do FUE

Patrícia Holderbaum – Foto: /divulgação

A médica dermatologista Patrícia Holderbaum (CRM 32543 / RQE 29752), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar e proprietária da Clínica Patrícia Holderbaum, situada em Canoas, é hoje referência em FUE no Rio Grande do Sul.

Segundo a Dra. Patrícia, “o grande diferencial do Transplante FUE é o resultado natural. Antes as pessoas tinham um preconceito com os implantes capilares porque ficavam com o chamado “cabelo de boneca”, gerando ainda mais frustração. Com o FUE, isso não acontece”. A naturalidade no resultado se dá por conta do modo como o transplante é feito.

No FUE, os fios de cabelo são retirados do próprio paciente, geralmente da nuca, e então são selecionados e separados, para imediatamente serem transplantados na área calva, um a um.

“Antes de qualquer coisa, nós analisamos o desenho natural do couro cabeludo do paciente e determinamos quais áreas receberão bulbos capilares com mais ou menos fios. Depois os folículos são colocados individualmente, sem precisar fazer cortes ou sutura, em um trabalho artesanal e bastante artístico, que demanda muita precisão e conhecimento da técnica”, salienta a Dra. Patrícia.  E como o FUE não deixa cicatriz linear, o paciente pode usar o corte de cabelo que quiser, até mesmo raspado com máquina.

Método FUE – Foto: /divulgação

Conforto e resultado

Conforme a Dra. Patrícia, “um dos maiores medos das pessoas que querem fazer o FUE é sobre a dor, mas usamos anestesia local para que o paciente se sinta o mais confortável possível durante o procedimento, e é muito raro também a pessoa relatar incômodo após o Transplante”.

Além disso, o paciente volta para casa no mesmo dia e pode retomar as atividades cotidianas em mais ou menos uma semana.

A médica ainda explica que os fios transplantados podem cair depois de 2 meses, em média, mas esse é um processo natural do FUE, para dar lugar ao novo cabelo. Gradualmente o paciente vai notando um aumento na quantidade e no volume dos fios, e o resultado final aparece de 12 a 18 meses depois do Transplante.

“Para mim, a maior recompensa é ver a mudança no estado de espírito dos pacientes que fizeram o Transplante. A cada consulta de revisão eu noto eles mais felizes, mais bonitos e confiantes, e com a autoestima cada vez maior. Essa é a melhor parte do meu trabalho”, completa Dra. Patrícia.

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