Em Joinville, comércio ganha cartilha com orientações sobre segurança

Material é dividido em quatro partes e apresenta orientações com relação à vigilância, ao ambiente, ao controle de acesso e à vizinhança solidária em áreas comerciais

Nesta quinta-feira, as polícias Militar e Civil e a CDL Joinville lançam a cartilha “Segurança no Comércio”. O material é dividido em quatro partes e apresenta orientações com relação à vigilância, ao ambiente, ao controle de acesso e à vizinhança solidária em áreas comerciais. A publicação foi elaborada pelo Conselho de Segurança Comunitária de Florianópolis e coordenada pela Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina.

A (falta de) de segurança é assunto recorrente entre lojistas de Joinville. E não é para menos. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina, apenas no segundo trimestre deste ano, de abril a junho, foram registrados 58 roubos e 224 furtos em estabelecimentos comerciais em Joinville. A cidade é a segunda em número de ocorrências deste tipo no Estado, atrás de Florianópolis.

Os números são ainda maiores, porque uma grande parcela dos comerciantes não registra os arrombamentos e furtos dos quais é vítima. Segundo eles, isso se deve a duas razões: demora no atendimento e impunidade.

Para o delegado regional da Polícia Civil, Dirceu Silveira Júnior, o fato de Joinville se destacar no número de assaltos e furtos no comércio se explica por ser a cidade mais populosa do Estado, por fatores econômicos e também pelo comércio e consumo de drogas. “Quase 90% desses crimes têm relação com a dependência química”, afirma o delegado.

Ele ressalta a importância de a vítima fazer o boletim de ocorrência e contribuir com o processo até o final para que o criminoso seja punido. Para agilizar o registro de ocorrências dos crimes contra o comércio, a CDL Jovem defende a realização de boletins online. Dirceu Silveira explica que isso ainda não é possível porque o depoimento tem de ser mais detalhado e há necessidade de perícia em alguns casos.

Ele admite que Joinville é uma cidade com contingência policial abaixo da necessária, o que torna o trabalho mais moroso. “A polícia não deixa de executar as tarefas, mas com sobrecarga o processo é mais demorado”, afirma.

Divulgação/ND

Dicas de prevenção servirão para orientar comerciantes de diferentes segmentos

 

* Com informações da assessoria de imprensa

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