Em mensagem de Páscoa, papa pede fim de conflitos na Síria e na Terra Santa

Papa pediu ainda o fim imediato do “extermínio” na Síria e o respeito ao direito humanitário - Mazur/catholicnews.org.uk/Fotos Públicas
Papa pediu ainda o fim imediato do “extermínio” na Síria e o respeito ao direito humanitário – Mazur/catholicnews.org.uk/Fotos Públicas

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Na tradicional mensagem de Páscoa, o papa Francisco pediu neste domingo (1º) o fim dos conflitos na Síria e na Terra Santa.

A mensagem, denominada “Urbi et Orbi” (“à cidade e ao mundo”), ocorre todo domingo de Páscoa, na basílica de São Pedro.

A fala do pontífice sobre a Terra Santa é uma referência aos confrontos que deixaram 16 palestinos mortos durante um ato na sexta-feira (30), na fronteira entre Gaza e Israel.

“Invocamos frutos de reconciliação para a Terra Santa, que nestes dias também está sendo afetada por conflitos abertos que não respeitam os indefesos”, disse Francisco.

O papa pediu ainda o fim imediato do “extermínio” na Síria e o respeito ao direito humanitário, de modo a permitir que a população local tenha acesso à ajuda da comunidade internacional.

“Nossas gerações estão deixando aos jovens um mundo fraturado pelas divisões e pelas guerras”, disse.

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Em mensagem de Páscoa, papa pede fim de conflitos na Síria e na Terra Santa

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Na tradicional mensagem de Páscoa, o papa Francisco pediu neste domingo (1º) o fim dos conflitos na Síria e na Terra Santa.

A mensagem, denominada “Urbi et Orbi” (“à cidade e ao mundo”), ocorre todo domingo de Páscoa, na basílica de São Pedro.

A fala do pontífice sobre a Terra Santa é uma referência aos confrontos que deixaram 16 palestinos mortos durante um ato na sexta-feira (30), na fronteira entre Gaza e Israel.

“Invocamos frutos de reconciliação para a Terra Santa, que nestes dias também está sendo afetada por conflitos abertos que não respeitam os indefesos”, disse Francisco.

O papa pediu ainda o fim imediato do “extermínio” na Síria e o respeito ao direito humanitário, de modo a permitir que a população local tenha acesso à ajuda da comunidade internacional.

“Nossas gerações estão deixando aos jovens um mundo fraturado pelas divisões e pelas guerras”, disse.

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