Em Santa Catarina, 14,1% dos jovens entre 15 e 29 anos estão sem estudo e trabalho

Atualizado

Além de se destacar na análise de indicadores de Padrão de vida e Distribuição de renda do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Santa Catarina também mostrou bons resultados na área da educação.

SC foi o estado brasileiro com menor índice de jovens entre 15 e 29 anos que estão fora das salas de aula e do mercado de trabalho – Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

De acordo com o levantamento da SIS (Síntese de Indicadores Sociais), divulgado nesta quarta-feira (6), o estado teve o menor percentual de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham (14,1%). O pior resultado foi em Alagoas, onde 37,2% da população nessa faixa etária está fora dos bancos escolares e do mercado de trabalho. No país, o índice é de 23,0%.

Veja o ranking dos dez melhores estados nesse quesito:

  • Santa Catarina: 14,1%
  • Rio Grande do Sul: 16,3%
  • Paraná:17,7%
  • Mato Grosso do Sul: 18,0%
  • Minas Gerais: 18,7%
  • Goiás: 18,8%
  • Distrito Federal: 19,0%
  • Mato Grosso: 20,4%
  • São Paulo: 20,6%
  • Espírito Santo: 23,1%

Entre as capitais, Florianópolis obteve o melhor desempenho:

  • Florianópolis: 11,1 %
  • Curitiba: 14,1 %
  • Campo Grande: 15,5 %
  • Belo Horizonte: 15,6 %
  • Porto Alegre: 16,2 %
  • Goiânia: 17,0 %
  • Salvador: 17,3 %
  • Palmas: 17,9 %
  • Cuiabá: 18,2 %
  • Vitória: 18,4 %

    Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, 2º trimestre, 2018.

Leia também:

O estado catarinense também obteve o menor percentual de pessoas de 15 a 17 anos que não frequentavam a escola (7,8%), contra 11,8% do índice nacional. Por outro lado, o estado do Acre teve a maior taxa (17,4%).

Já a proporção de pessoas de 18 a 29 anos de idade com no mínimo 12 anos de estudo foi de 70% em Santa Catarina, a quarta maior do Brasil. O percentual subiu 0,6% na comparação com 2017.

Esse valor representa o número de anos de estudo necessários à conclusão do ensino médio. Em 2018, o estado ficou atrás apenas do Distrito Federal (80,1%), São Paulo (77,4%) e Rio de Janeiro (71,3%). No Brasil, a proporção foi de 66,4%.

Mais conteúdo sobre

Educação