Escritório de advocacia é notificado por manter funcionários trabalhando em Joinville

Atualizado

As fiscalizações aos comércios de Joinville, no Norte do Estado, continuaram nesta sexta-feira (20), a fim de garantir o cumprimento do Decreto Estadual de Emergência do governo de Santa Catarina. O Decreto prevê que estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços considerados não essenciais não funcionem durante sete dias.

Após uma denúncia, a Polícia Militar notificou um escritório de advocacia do bairro Anita Garibaldi. Ao realizar a fiscalização, a polícia flagrou cerca de 20 pessoas aglomeradas trabalhando dentro do prédio. Após conversar com o responsável, os policiais determinaram que apenas funcionários de TI essenciais permanecessem no local. Os outros deveriam ser liberados para home office. A polícia registrou ainda um boletim de ocorrência, além de advertir o responsável.

Segundo o proprietário do escritório, desde que o decreto entrou em vigor, as atividades passaram a ser limitadas, com cerca de 85% dos profissionais trabalhando em home office. Ele explicou à reportagem do ND+ que seguiu o decreto, mantendo o mínimo necessário para a essencialidade do negócio. O empresário explica que profissionais de tecnologia, controle de prazos e pagamentos mínimos foram mantidos para “manter o pulmão funcionando”.

De acordo com ele, no momento da fiscalização, cerca de 40 pessoas estavam no escritório, em trabalho interno. Ele ressalta ainda que o trabalho da Polícia Militar deve ser realizado e que após a advertência a empresa diminuiu ainda mais o contingente no escritório, com cerca de 15 profissionais trabalhando apenas para garantir a estabilidade e funcionamento do sistema para o trabalho em home office.

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