Eunício nega que Senado seja responsável por aprovar ‘pautas bombas’

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), usou o microfone do plenário na manhã desta quinta-feira, 8, para se defender e negar que a Casa seja responsável pela aprovação das chamadas “pautas bombas”, matérias que contribuem para aumentar o rombo orçamentário do governo. “Não estamos aqui fazendo pautas bombas para qualquer outro governo”, disse enquanto a Casa caminhava para aprovar a MP 843 que cria o Rota 2030, com incentivos fiscais para o setor automobilístico.

“Não estamos aqui ampliando incentivos, estamos reduzindo em 40% os incentivos fiscais que hoje já existem no Nordeste”, disse. “A pauta bomba que estamos fazendo é dar oportunidade para que o governo tenha recursos para ajudar no desenvolvimento do País”, completou.

Na quarta-feira, 7, os senadores aprovaram o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e dos membros da Procuradoria-Geral da República (PGR). Considerado o teto do funcionalismo, a remuneração passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. O projeto foi incluído na pauta de votação do dia de última hora e sem um acordo entre as lideranças. A aprovação da medida provocou uma avalanche de críticas aos parlamentares.

(Camila Turtelli, Brasília)

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Eunício nega que Senado seja responsável por aprovar ‘pautas bombas’

Por Camila Turtelli

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), usou o microfone do plenário na manhã desta quinta-feira, 8, para se defender e negar que a Casa seja responsável pela aprovação das chamadas “pautas bombas”, matérias que contribuem para aumentar o rombo orçamentário do governo. “Não estamos aqui fazendo pautas bombas para qualquer outro governo”, disse enquanto a Casa caminhava para aprovar a MP 843 que cria o Rota 2030, com incentivos fiscais para o setor automobilístico.

“Não estamos aqui ampliando incentivos, estamos reduzindo em 40% os incentivos fiscais que hoje já existem no Nordeste”, disse. “A pauta bomba que estamos fazendo é dar oportunidade para que o governo tenha recursos para ajudar no desenvolvimento do País”, completou.

Na quarta-feira (7), os senadores aprovaram o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e dos membros da Procuradoria-Geral da República (PGR). Considerado o teto do funcionalismo, a remuneração passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. O projeto foi incluído na pauta de votação do dia de última hora e sem um acordo entre as lideranças. A aprovação da medida provocou uma avalanche de críticas aos parlamentares.

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