Ex-funcionários da Confraria das Artes rebatem acusações de venda de bebida falsa

Casa noturna afirmou que decisão se baseou em um único depoimento

Um grupo composto por 155 ex-funcionários da Confraria das Artes, na Lagoa da Conceição, elaborou um abaixo-assinado rebatendo dentre outras acusações a de que a casa noturna vendia água e vodca adulteradas a clientes. Essas acusações foram divulgadas no dia 15 de outubro, após o Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina dar ganho de causa a uma ex-garçonete, em primeira instância, no valor de R$ 80 mil. Ela alegou que a prática era comum na casa noturna.

De acordo com a advogada da Confraria das Artes, Claudia Prudêncio, o abaixo-assinado foi juntado ao recurso. “Foi uma decisão de primeiro grau baseada em um único depoimento”, informou.

Em nota, os ex-funcionários afirmam que a “empresa jamais nos obrigou ou obrigou qualquer funcionário a preparar/vender ou servir clientes com bebidas adulteradas/falsas e água de torneira em garrafas plásticas reaproveitadas do lixo”.

A nota ainda diz que os estoques de bebidas sempre foram originais e as garrafas de água lacradas, abertas somente na presença dos clientes. Acusações como a de uso de drogas e atos impróprios no ambiente também foram negadas.

“Tivemos dez ações de ex-funcionários durante a minha gestão, destas cinco foram julgadas em primeira instância e apenas uma venceu em primeira instância, e esta única ganhou essa proporção. A indignação é muito grande porque sempre trabalhamos corretamente. São acusações que mancham a imagem não só da casa, como do segmento, divulgadas como se fossem práticas comuns do mercado. Fomos afetados por uma ação oportunista”, disse o ex-proprietário da casa noturna, Rico Grunfeld.

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