Falta apenas uma vistoria para oficializar a desinterdição da Escola Giovani Faraco, em Joinville

Escola afirma que cumpriu o prazo de 45 dias determinado pela Vigilância Sanitária para a realização de melhorias necessárias na escola

Luciano Moraes/Arquivo

Fiscal Lia Renata Abreu descartou a possibilidade de uma nova interdição

A Vigilância Sanitária deve acompanhar nesta quinta-feira (19) o andamento das obras na Escola Estadual Giovani Pasqualini Faraco, no bairro Santo Antônio. A unidade havia sido interditada por problemas nos banheiros em dezembro, sendo liberada no final de fevereiro, depois que as adequações foram feitas pelo Estado. Mesmo com a desinterdição, a fiscalização deu um prazo de 45 dias, completados no fim de semana, para o término de obras de acessibilidade, como a eliminação de desníveis nos corredores e em áreas de uso comum, e a conclusão da quadra coberta.
À época, a fiscal sanitarista Lia Renata Abreu considerou que os trabalhos não atrapalhariam as aulas, mas ela cobraria agilidade no serviço, uma vez que o governo teve o período de férias para executar as melhorias. “Acredito que será tranquilo. O problema é que, se deixar, eles vão terminar isso só lá em dezembro”, comentou a fiscal, descartando a possibilidade de uma nova interdição. As obras, que começaram em fevereiro, tinham prazo de execução inicial de 60 dias.
Segundo a diretora Kátia Regina Benkendorf, o trabalho deve se alongar por pelo menos mais um mês. “O que deve demorar mais é a quadra, que está recebendo fechamento em alvenaria. Depois vem a parte das esquadrias, vidros e ainda a pintura”, comentou a diretora.
Ela disse que os alunos têm utilizado a quadra descoberta para as aulas de educação física. Nos serviços em corredores e nas janelas, Kátia destaca que não há interferência na rotina escolar.

A situação na Rede Estadual de Ensino

O ano letivo começou com cinco escolas estaduais interditadas, entre elas a Giovani Faraco, liberada depois de adequações, e a Plácido Olímpio de Oliveira, no Bom Retiro, desinterditada por força de ação judicial no início deste mês.
Três unidades ainda permanecem fechadas – Francisco Eberhardt (Pirabeiraba), Maria Amin Ghanem (Aventureiro) e Monsenhor Sebastião Scarzello (Itaum) –, com os alunos tendo aulas em locais alternativos conforme esquema de remanejamento feito pela Gered (Gerência Regional de Educação).
Ainda tramita na Justiça pedido de liminar pela liberação das escolas de Pirabeiraba e do Aventureiro, casos em que o Estado considera a interdição como um ato excessivo.

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