Força-tarefa investiga ponto eletrônico no Hospital Governador Celso Ramos

Sob sigilo de Justiça, investigação apura denúncias de que profissionais registram ponto e saem para prestar serviços particulares

Rosane Lima/ND

Profissionais que trabalham no Hospital Celso Ramos estão sob investigação do Gaeco

Uma força-tarefa composta pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) – integrado pelo Ministério Público de Santa Catarina, pela Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina e pelas Polícias Militar e Civil -, em parceria com o Instituto Geral de Perícias e o Tribunal de Contas do Estado, cumpriu 17 mandados judiciais de busca e apreensão relacionados à Operação Hipócrates nos municípios de Florianópolis e São José. A ação foi realizada nesta quarta-feira.

A Operação Hipócrates investiga, há oito meses, profissionais da área da saúde que, em tese, registrariam o ponto no Hospital Governador Celso Ramos e imediatamente sairiam para prestar serviços em estabelecimentos particulares na grande Florianópolis. Mais informações não poderão ser prestadas neste momento diante do sigilo judicialmente decretado.

A origem da investigação se deve à auditoria do Tribunal de Contas do Estado no controle de ponto eletrônico do Hospital Celso Ramos e à troca de informações com o Ministério Público do Estado de Santa Catarina, por intermédio da 33ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital.

Por que operação Hipócrates

Hipócrates é considerado o pai da medicina. Considera-se que ele viveu entre 460 a 377 a.C. e deixou um legado ético e moral válido até hoje. 

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