Gasolina mantém patamar de valores na Grande Florianópolis após ataques às petrolíferas

Atualizado

Após os ataques as petrolíferas da Arábia Saudita nesse último sábado (14), a população começou a se perguntar de quanto seria o aumento do combustível aqui no Brasil. Em meio a essa especulação a equipe do Notícias do Dia fez uma pesquisa nas cidades de Florianópolis e São José para verificar qual foi o reflexo do atentado nas bombas nos postos de combustíveis.

A ideia da Petrobras  é dar continuidade à política atual, que segue os preços do mercado internacional – Marco Santiago/ND

A média de preços em Florianópolis se manteve, de R$ 3,89. Foi encontrado em Coqueiros um posto vendendo a gasolina comum a R$ 3,74, já em outros postos da Ilha o valor pode chegar a R$ 3,99. Em São José os valores variam de R$ 3,79 até 4,19.

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Entenda o caso:

No sábado (14), duas instalações da petroleira estatal Aramco, no leste da Arábia Saudita, que é a maior exportadora de petróleo do mundo, foram bombardeadas por drones. Rebeldes huthis, do Iêmen, reivindicaram a autoria dos ataques, mas os EUA atribuem ao Irã à responsabilidade. Até a produção de 5,7 milhões ao dia, que representa metade do exportado pelos sauditas e 5% da produção diária no mundo ser restabelecida, os preços dos combustíveis sofre muitas variações diárias.

Apesar da disparada do preço do petróleo nesta segunda-feira (16), por causa dos ataques, a Petrobrás informou não deverá repassar imediatamente os aumentos para o consumidor brasileiro. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a estatal vai avaliar o comportamento do preço do petróleo nos próximos dias para depois decidir se irá revisar os preços dos combustíveis no Brasil. Na prática, significa que, por ora, a petroleira vai segurar os preços dos combustíveis.

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