Guarda Municipal faz testes com carro elétrico no centro de Florianópolis nesta sexta

Atualizado

Moradores circulam pelo centro de Florianópolis poderão ver um veículo um tanto quanto diferente sendo utilizado pela GM (Guarda Municipal) nesta sexta-feira (5). A iniciativa é uma parceria entre a prefeitura da Capital e a startup Mobilis com o objetivo de testar alternativas mais sustentáveis na cidade. O carro elétrico Li DR será utilizado para rondas na região da Praça XV de Novembro.

Guarda Municipal faz testes com carro elétrico – Guarda Municipal de Florianópolis

Segundo o executivo municipal, a ação foi alinhada em abril deste ano com apoio do programa Living Lab, durante uma reunião na SMSP (Secretaria Municipal de Segurança Pública). No local, especialistas de tecnologia e membros da prefeitura para buscavam alternativas para transporte na região do centro.

Para o diretor comercial da Mobilis, Erico dos Reis, O Li DR será utilizado pela GMF no período de 24h a 48h. Após o serviço, o veículo retornará para a Mobilis e a corporação fará uma avaliação da experiência.

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“Mesmo que por pouco tempo, o meio ambiente e a população agradecem: a ronda com o veículo elétrico vai resultar em zero emissões de gases poluentes e maior controle do trajeto devido a conectividade a bordo”, conclui o representante da startup.

O Living Lab é uma iniciativa da Rede de Inovação de Florianópolis e executado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), o qual pretende promover a cultura de inovação entre os cidadãos, aproximá-los de novas tecnologias e, com isso, estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento tecnológico voltados à solução de desafios urbanos, gerando benefícios para a sociedade.

“O objetivo do programa é aproximar as startups do seu público-alvo, oferecendo a oportunidade de testarem e validarem os produtos em ambiente urbano. Essa troca de conhecimento e informação neste modelo de evento fortalece as empresas, o ecossistema de inovação de Florianópolis e abre portas para novos negócios nesse segmento”, explica Thaís Nahas, coordenadora do Living Lab.

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