Indaial confirma primeiro caso de macaco morto por febre amarela

Atualizado

A Vigilância Epidemiológica de Indaial confirmou nesta terça-feira (18) o primeiro caso do ano de macaco morto por febre amarela. O animal foi encontrado em janeiro, no bairro Encano do Norte, com suspeita da doença.

“Quando identificamos o primata ele ainda estava doente. Encaminhamos o material para análise e agora tivemos o resultado. Nesse período, o animal veio a óbito”, explica a coordenadora da Vigilância, Sabrina de Vargas Souza.

Animal foi encontrado em janeiro, no bairro Encano do Norte, com suspeita da doença – Foto: Reprodução

Além do caso identificado no bairro Encano do Norte, Indaial tem contabilizado em 2020 outros cinco macacos com suspeita de febre amarela:

  • um no bairro Warnow e um no bairro Polaquia: ambos sem possibilidade de análise por já estarem mortos e em certo estado de decomposição;
  • um no bairro Sol: encontrado doente, foi feita análise com resultado negativo para a doença;
  • um no bairro Encano Central: doente, o material irá para análise;
  • um no bairro Estrada das Areias: encontrado morto, mas por ser recente o material foi para análise e é aguardado o resultado.

Sobre a doença

A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos. Os macacos não transmitem febre amarela para o humano. Na verdade, eles são os primeiros a adoecer, por isso alertam os órgãos de saúde do perigo.

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Caso um macaco morto ou doente seja encontrado, a recomendação é avisar a Vigilância Epidemiológica, pelo telefone 3317-2100. Também é possível acionar o Projeto Bugio, pelo número 3333-3878.

Vacinação contra a febre amarela

A vacina é a forma mais eficaz para evitar a febre amarela. Ela é gratuita e está disponível nas unidades de saúde. Para recebê-la, é necessário ter cadastro no município, apresentar carteirinha de vacina, cartão SUS e documento oficial.

Podem ser vacinadas pessoas com idade entre 9 meses a 59 anos. Usuários com mais de 60 anos e doenças autoimunes devem ter autorização médica. Para gestantes está contraindicada a imunização.

A Vigilância Epidemiológica reforça a necessidade de que os moradores residentes no raio de abrangência dos macacos encontrados doentes ou mortos procurem a unidade  de saúde.

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