Influenza: SC tem 316 casos confirmados e 159 mortes notificadas neste ano

Atualizado

O último boletim da Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica), divulgado nesta quarta-feira (7), trouxe 316 casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) confirmados em Santa Catarina no ano de 2019.

Houve uma diminuição de 16% no número de casos em relação ao mesmo período do ano passado – Marcelo Camargo/Agência Brasil/Divulgação/ND

A SRAG abrange casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória que, na maioria dos casos, leva à hospitalização, sem outra causa específica. As causas podem ser vírus respiratórios, dentre os quais predominam os da influenza do tipo A e B, ou bactérias, fungos e outros agentes.

Entre 30 de dezembro de 2018 e 2 de agosto de 2019, a Dive recebeu 1.375 notificações de SRAG em Santa Catarina. Destas notificações 316 casos foram confirmados para influenza.

Dos casos confirmados, 258 foram causados pelo vírus A(H1N1), 34 pelo vírus A(H3N2), 13 pelo vírus Influenza B e 1 caso encerrado por vínculo epidemiológico. Há ainda 10 casos de contaminação por influenza A que aguardam resultados da subtipagem.

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Outros 711 casos de SRAG tiveram resultado negativo para influenza A e B (SRAG não especificada), 310 casos de SRAG foram ocasionados por outro vírus respiratórios, 2 SRAG por outros agentes etiológicos e 36 casos se encontram em investigação, aguardando confirmação laboratorial.

Os municípios que apresentaram maior números de casos confirmados de SRAG pelo vírus influenza foram: Chapecó com 30 casos, Florianópolis com 26 casos, Blumenau e Joinville com 23 casos cada, Balneário Camboríu com 13 casos, Lages com 11 casos e Brusque e São Bento do Sul, com 10 casos cada.

No mesmo período de 2018 houve o registro de 379 casos confirmados de SRAG em Santa Catarina, em 2019, portanto, houve uma diminuição de 16% dos casos em relação ao ano anterior.

Mortes por SRAG

Até o dia 2 de agosto de 2019, do total de casos de SRAG notificados, 159 causaram a morte dos pacientes. Destes, 40 foram confirmados por influenza, sendo 36 pelo subtipo A(H1N1), dois pelo subtipo A(H3N2), um por influenza B e um encerrado por vínculo epidemiológico por ter tido contato com duas pessoas laboratorialmente confirmadas com influenza.

Outras 106 mortes tiveram resultado negativo para os vírus influenza A e B, sendo classificados como SRAG não especificada e 13 por outros vírus respiratórios. A cidade que teve mais mortes causadas por SRAG foi Joinville, com cinco.

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