Investigação sobre chacina em Florianópolis prossegue com análise de documentos e imagens

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios, prossegue com as investigações sobre a chacina que vitimou cinco pessoas dentro de um apart hotel na noite de quinta-feira (5) em Florianópolis. Documentos das vítimas, da empresa e de bens da família já estão em posse da polícia.

Nesta segunda-feira (9), os trabalhos da polícia estão concentrados na análise desse material, das imagens de câmeras de monitoramento da região e dos testemunhos já dados. Os dois carros que haviam sido levados pelos criminosos também já foram localizados e passam por perícia. No sábado (7), o IML (Instituto Médico Legal) confirmou que todas as vítimas foram mortas por asfixia.

Os corpos de Paulo Gaspar Lemos, 78 anos, os filhos Leandro Gaspar Lemos, 44, Paulo Gaspar Lemos Júnior, 51, e Kátia Gaspar Lemos, 50, foram sepultados no início da tarde deste domingo (8), no Cemitério Parque Jardim da Paz, no bairro Saco Grande, em Florianópolis. A quinta vítima da chacina, o funcionário do apart hotel Ricardo Lora, 39 anos, foi encaminhado para Caxias do Sul (RS), onde foi sepultado ainda no sábado.

Uma sobrevivente, funcionária do hotel, contou que três homens invadiram o estabelecimento por volta das 16h de quinta-feira, permanecendo no local até por volta de meia-noite, momento que ela conseguiu fugir e acionar a polícia. Uma das hipóteses levantadas  durante as investigações é que a família tenha sido morta por vingança ou acerto de contas por causa de dívidas. 

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