Justiça dá liberdade provisória a acusado no massacre em escola de Suzano

Atualizado

O TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) concedeu liberdade provisória a Márcio Germando Masson, acusado de fornecer a munição utilizada pelos dois autores do massacre de Suzano, em março passado. As informações são da repórter Mariana Rosetti, da Agência Record.

Homenagem às vítimas do ataque em frente ao portão da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. Oito pessoas foram assassinadas – Foto: MARIVALDO OLIVEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

Como também responde por porte ilegal de munição, Márcio ainda permanece preso. A defesa do acusado, no entanto, já pediu a revogação de sua prisão preventiva, com a alegação de que não há provas contundentes da participação nos crimes de homicídio.

“Sem maus antecedentes”

No pedido, a defesa argumenta que Márcio é casado, proprietário de uma clínica, tem filhos, domicílio fixo e é réu primário, sem maus antecedentes. A 2ª Vara Criminal do Fórum de Suzano considerou as alegações e foi favorável ao pedido.

Wendell Ilton Dias, advogado de Márcio, informou à reportagem que o caso responde a dois processos: o primeiro, por homicídio, é referente ao massacre na E.E. Raul Brasil, em Suzano; já o segundo é por porte ilegal de munição, pois durante as ações de busca e apreensão em sua residência, a polícia encontrou munições.

De acordo com Dias, se a liberdade for concedida também no segundo processo, Márcio sairá da prisão.

Márcio Germano é um dos quatro presos das investigações decorrentes das investigações sobre o massacre em Suzano. Além deles, há um menor apreendido na Fundação Casa, tido como um dos mentores que crime que ocorreu em 13 de março.

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