Luciano Hang ratifica apoio ao governo do “maior presidente da história do País”

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O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, recebeu o Notícias do Dia no último final de semana na sala número um do espaçoso centro administrativo da Havan, em Brusque. Em ambiente espaçoso e denominado Brusque, um dos principais apoiadores do governo Jair Bolsonaro ratificou sua confiança no mandatário no qual descreveu como “o maior presidente da história do País”.

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Prestes a inaugurar a loja de número 129 da sua rede, Hang fala em não ter “limites” para os seus sonhos e prevê, até o final do ano, 145 lojas em todo o Brasil.

Confira:

Notícias do Dia: No último sábado inaugurastes tua última megaloja, qual foi?

Luciano Hang: Foi a loja de número 128, em São Francisco do Sul, essa semana inaugura a loja 129, na outra semana inaugura a loja 130. Até o final do ano queremos inaugurar a de número 145. São muitas delas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, por todo o Brasil. Estamos muito focados no estado do Rio Grande do Sul.

ND: Onde vai parar a Havan, onde para essa mente incansável?

LH: Não tem limite. O que faz nos levantar cedo é o tamanho dos seus sonhos. Se você não tiver sonhos, se não tiver algo para que você acorde de manhã e saia da cama, você fica na cama e fica pensando coisas, na grande maioria delas coisas ruins. Mas, se você tem sonhos e sonhos grandes, você acorda porque você tem que trabalhar, você tem que motivar sua equipe. Ninguém gosta de trabalhar em uma empresa que não sonha grande, que não tem perspectiva profissional. Nós pensamos hoje na loja de 200 para 2022. São quantos líderes, quantos gerentes, supervisores. Quantas pessoas podem voltar para suas casas? Você nasceu em um País ou um estado, você até pode mudar, mas jamais vai esquecer do local onde nasceu.

ND: Conversando com as pessoas, elas nutrem uma idolatria pelo senhor, o senhor é uma grande referência. Como o senhor vê isso?

LH: Com mais responsabilidade. A partir do momento que você se torna mais público, você passa a transformar mais a vida das pessoas. No sentido que nós podemos transformar a nossa cidade, o nosso estado e nosso País. Me transformei na pessoa que sou hoje a partir do momento que fui visitar os Estados Unidos em 1989. Saí daqui com um país com certo tipo de carro, duas ou três cores. Chego nos EUA, eu olho uma estrada eu não vejo um carro igual ao outro, uma cor igual a outra, quatro pistas para ir quatro pistas para voltar, de norte a sul você escolhe a rodovia que vai. Não é que nem o Brasil, aqui no Brasil é a 101 ou a 116. Para ir de ir de Orlando a Miami você tem quatro grandes rodovias, próximas, umas pedagiadas outras de graça. Comecei a pensar que a minha empresa poderia ser algo parecido com essas dos Estados Unidos. Por muitos e muitos anos eu levei para os EUA, como ainda hoje, como forma dos meus pensamentos e os meus sonhos. Implementando isso no Brasil, para a minha empresa, eu consigo gerar para as pessoas que me seguem através do exemplo da Havan, possam também sonhar em ser empreendedor em ser um bom colaborador em fazer a sua vida muito melhor. É você que transforma sua vida, não adianta esperar os outros vão fazer por você. E sim o que você – a microempresa. Você trabalha para você, não para o seu patrão, para sua empresa, nem para o seu cliente. Você trabalha para você. Quanto melhor o seu trabalho, mais você se desenvolve e mais você fica feliz.

ND: Toda essa inspiração nos Estados Unidos explica a estátua da liberdade na frente das lojas?

LH: Comecei com uma loja pequena de 45 m², alugada numa rua que não era central, numa rua que ia para um bairro, alugada. Eu acredito nas pessoas, comecei com um funcionário depois quatro, cinco, seis. O cara abria a loja, fechava, vendia. Você tem que confiar nas pessoas, as pessoas não crescem porque acham que só elas podem fazer, só ela faz o melhor. Eu não. Contrate boas pessoas. Dê a liberdade com responsabilidade para essa pessoa fazer o seu melhor. Aí você fica organizando, mostrando para onde que os sonhos têm que ser canalizados. Já em 1989 fizemos uma loja de 3.000 m². Em 1994, depois, eu querendo aumentar nossa loja que tinha filas. Chegavam 150 ônibus por dia pra vir comprar na Havan aí a gente fez uma nova loja. Como vim dos EUA, trouxe um cartão postal da Casa Branca e junto com um arquiteto e um engenheiro aqui em Brusque fizemos a fachada da Casa Branca. Vou fazer uma fachada que possa ser conhecida. Não uma qualquer. Aí um dia uma criança de 7 anos me disse: ‘já que você tem a casa branca, porque não faz a estátua da liberdade na frente?’. Ideias inusitadas, ideias originais sem colocá-las em prática não valem nada. No ano seguinte coloquei a estátua da liberdade e a fachada foi o grande sucesso da Havan em todo o Brasil.

ND – Quantos colaboradores a Havan têm hoje?

Estamos com 128 lojas e 17 mil colaboradores. Devemos chegar até o final do ano com 20 mil colaboradores diretos. No varejo, quando você cria um emprego, a rede que compõem o produto, a produção tem cinco pessoas atrás dele, cinco empregos. A Havan, ao final desse ano, será responsável por 120 mil empregos no Brasil. Muitas pessoas acham que eu trago muita mercadoria da China. A Havan, durante muitos anos, foi pioneira na importação. Lá em 1992 quando o [então presidente Fernando] Collor abriu o Brasil para isso quando era um país fechado para a importação. Hoje a importação representa 5% ou 10% das nossas vendas, o resto, é tudo produção brasileira. Vendemos, mais ou menos, 4 milhões de peças de roupa por mês. Tudo produção no Brasil, grande parte, em Santa Catarina.

ND – Como reagiu o comércio local a partir desse crescimento da Havan?

LH: Eu acho que o comércio é elástico. Abre uma loja, abre outra. E você acaba aumentando o número de lojas baseado naquele espaço, as pessoas vão na cidade para comprar. A Havan não vai para uma cidade para dividir, ela vai para somar. Ela se torna um polo de comércio, de atração, de turismo, lazer, de compras. O que seria de Brusque sem a Havan? Se formaram vários shoppings de pronta entrega. Quando eu coloquei essa loja na rodovia, ela era única. Você vê que ao redor da Havan se criaram várias lojas pra frente até Itajaí, além de centros sociais baseados no grande público que vinha visitá-la.

ND: Dentro de Santa Catarina, como o senhor avalia os cortes fiscais promovidos por Santa Catarina?

LH: No ramo têxtil eles não cortaram, permaneceram. Eu sou a favor da guerra fiscal. Como nos EUA: estados competentes baixam impostos para atrair empresas. Estados incompetentes, gordos e obesos consomem mais energias e tiram a possibilidade da sua cidade de crescer. Sou a favor da guerra fiscal. Se Santa Catarina pensar dessa forma um estado enxuto, reduzir a máquina pública ao mínimo possível, vender todas as estatais, cortar privilégios. Se não cuidar, ela consome todos os recursos do estado. Todo o cidadão daquele estado passa a trabalhar para máquina pública e ela consome todo o dinheiro da sociedade. Cortar todos os privilégios. Eu não tenho privilégios. Você não tem privilégios, de trabalhar pouco, se aposentar cedo, ganhar muito. Ter garantia de emprego, ganhar fortunas, consumir todos os impostos do estado, o estado trabalhar só com aquela meia-dúzia que trabalha lá, que consome o governo. Não sobra dinheiro para educação, saúde, para as estradas, pra nada. E aí eles aumentam os impostos e consomem a máquina 24h. Sou ao contrário. Sou ao contrário. Deixar o cidadão trabalhar. O liberalismo econômico. Fazer com que o estado dê mais possibilidade, baixe os impostos. Sou a favor da guerra fiscal, redução de impostos, atração da maior quantidade de empresas, fazer com o que o estado gere mais empregos, mais desenvolvimento, o estado fica mais rico e é exemplo para o País. Os incentivos são necessários. Se o governo cortar tudo aquilo que fez com que o  estado tenha sido uma grande máquina de crescimento nos últimos anos, Santa Catarina vai perder competitividade. Nós temos que ser mais competitivos, mais ágeis. É fácil subir imposto, difícil é cortar privilégios. Estado bom é o que faz mais com menos.

O que dificulta a economia de Santa Catarina nesse momento?

LH: A burocracia está entranhada em toda sociedade brasileira. O Brasil é um país burocrático. O estado acha que tem que tutelar a população. O estado acha que tem que dizer como você tem que viver, quantas vezes você vai no banheiro, quantas vezes você tem que comer por dia. É um absurdo.  Liberalismo econômico é o seguinte: deixar as pessoas pensarem, executarem, com o mínimo de interferência estatal na vida do cidadão. O Brasil é um país comunista, onde o estado tem o controle da sociedade e eles fazem isso para que você dependa de um político, de um burocrata, de um tecnocrata, de um “ecochato”. Tudo você precisa pedir autorização apara o estado. Pra que fazer isso? Pra ter você na mão. Fazem isso para pedir o voto nas próximas eleições. O excesso de leis, de normas, de burocracias é tão grande que não tem fórmula de você fazer tudo certo, e quando você faz alguma coisa errada, você fica na mão deles. É preciso reduzir o controle, deixar as pessoas produzirem e você não precisar do estado. O Brasil tem que reduzir a máquina pública que sufoca o cidadão.

ND: Sua avaliação do primeiro semestre do governador Carlos Moisés:

Acho que eles estão trabalhando, o governador tem falado pouco, ele tem trabalhado. Não participo. Não participo da política de Santa Catarina, nem da política da minha cidade. Participo mais da vida política do nosso país. Sou um dos apoiadores da gestão [Jair] Bolsonaro. Aliás, estive lá essa semana, o presidente está feliz da vida, ministros felizes da vida, equipe feliz da vida, a máquina começa a andar, embora a esquerda tenha jogado areia com pedra grande, jogado areia na máquina que está travada, é burocracia para todo o lado. O presidente está feliz, nós vamos andar pra frente, caiu o juro. As pessoas começam a se animar. O Brasil é uma máquina de Fórmula 1 com combustível errado, estrada errada, país todo errado virado de cabeça para baixo. Hoje o presidente fala as verdades e as pessoas se chocam. Se chocam porque? Porque têm os pensamentos errados. Baseado em [Antonio] Gramisci, eu falo pra todo mundo ler, famoso filósofo italiano que pregava a anarquia na sociedade, sem igreja, sem hino, sem cor da bandeira, sociedade desunida para que pudesse tomar o poder. Eu quero uma união de brasileiros em todas as cores, raças, estados, esse país pode disputar os primeiros lugares no mundo. EUA, China, Brasil. Temos tamanho e população para ser um grande país do mundo.

ND: Aproveitar que tocastes nesse ponto, como o senhor avalia o governo de Jair Bolsonaro?

LH: O Jair Bolsonaro vai ser e já é o maior presidente que esse país já teve. Você imagina que vivemos 30 anos de mentiras. Começou com o socialista Fernando Henrique Cardoso fazendo que a máquina fosse entregue logo depois ao comunista Luiz Inácio Lula da Silva a comunista e guerrilheira Dilma Rousseff onde eles transformaram a educação, nossa sociedade, nossa economia, no que temos hoje. Um país quebrado, degradado, praticamente uma chuva de gafanhoto numa lavoura que dizimou tudo. Nosso presidente está fazendo, pela primeira vez na história, técnicos, pessoas responsáveis, sem politicagem pra transformar o Brasil em países que deram certo. Porque a Havan deu certo? Copia os Estados Unidos, copia Singapura, copia Coreia do Sul. Quem copiávamos? Cuba, Venezuela, Nicarágua, Coreia do Norte, olha a diferença. Sempre tenho falado um bordão que as pessoas não entendem. Os “esquerdopatas” que vão à Cuba que o Pariu. Porque a “Cuba que os Pariu”? Toda nossa esquerda foi treinada e doutrinada em Cuba. Gente que veio da esquerda treinada em Cuba que queria transformar o Brasil em uma grande Venezuela. É uma coisa impressionante, eu não sei como as pessoas não conseguem enxergar isso.

ND: O senhor espera um impacto econômico da Reforma da Previdência e, também, o que o senhor acha da Reforma Tributária?

LH – A Reforma da Previdência eu estudei ela. Esse ano o Brasil vai dar R$ 250 bi de déficit só na Previdência. Muita gente com privilégio. Quantas pessoas se aposentaram com 30 mil, 40 mil, ganhando fortunas. Trabalharam pouco, ganhando muito, se aposentaram cedo. Pessoas que se aposentaram com 48, 50 anos de idade, ganhando R$33 mil por mês. Uma pessoa que se aposenta ganhando R$33 mil, no governo, ela dá um déficit de R$10 mi de prejuízo. Ou seja, todo esse pessoal do governo aposentado quebrou o país. E o brasileiro aceitava isso. Agora temos um teto: R$ 5,8 mil para todos os brasileiros. Somos todos iguais. Não têm brasileiro de primeira classe, de segunda classe. Reduzir o déficit vai fazer com que as pessoas tenham certeza que o País não vai quebrar, automaticamente as pessoas ganham mais confiança e mais credibilidade. A roda da fortuna começa a andar novamente. Nós vivíamos, na época do PT, a roda da miséria. Ficamos pobres, pobres, pobres, miseráveis. Aliás, a esquerda gosta tanto de pobre que deixou o Brasil miserável, que nem na Venezuela, deixou todo mundo dependente de um político, da máquina pública. Ou você ganha uma miséria, ou você não vive. As cabeças pensantes desse país vão embora. Eu, no dia 29 de outubro, ia vender as empresas e ir embora. Como eu, a grande maioria dos empresários do país iam embora. Quem tem grana, quem tem o que vender vai tudo embora. Só ficam as pessoas dependentes do governo, dependem de uma bolsa. Os empregos se acabam, a miséria se instala o medo permanece e o país quebra. Isto era o cenário que o PT estava montando no nosso País.

28’ – ND – Usates uma expressão sobre a passagem do PT que é “jogar areia” na máquina da economia, o corte na taxa de juros, o senhor acha que é suficiente para fazer girar a economia?

LH: Veja bem, nós é o juro mais baixo dos últimos 23 anos. Eu não me recordo de ter um juro tão baixo. Quem usa dinheiro de banco, quem usa empréstimo vendo o juro a 6% está feliz. Mas a projeção é que o juro vá, até o final do ano, para 5%. O juro a 5% faz com que as pessoas não vivam mais só de colocar dinheiro no banco. Que pensam em comprar uma casa, um apartamento para ganhar um juro maior, ganhar em cima do seu trabalho. Aí a roda da economia começa a girar. Existem pessoas vivendo de colocar dinheiro no banco e isso não pode haver. Temos que fazer, por exemplo, na Europa, você colocar dinheiro no banco tem que pagar para o banco, às vezes. É pra ele guardar o dinheiro. O Brasil precisa acabar com um estoque de 15 milhões de desocupados, 13 milhões estão procurando empregos. Imagina a hora que todo mundo conseguir trabalhar. Vai gastar. Essa economia vai girar. Tem emprego pra todo mundo. Eu sonho num país onde exista excesso de empregos. Faz com que você procure o emprego que você quer e o salário que você vai ganhar. Vou voltar pra minha cidade, lá tem excesso de emprego vou escolher a empresa e quanto quero ganhar. Um país que não tem emprego, não tem oportunidade. Muitas pessoas de mais idade dizem, Luciano, eu sou um pouco mais de idade e não tem emprego. Mas nem para o jovem. Não tem emprego para ninguém. A hora que acabar o estoque de pessoas desocupadas até as pessoas de 70, 80 anos vão arranjar empregos. Eu vou muito em feiras nos EUA onde quem trabalha lá são as pessoas de 60, 70 anos. Não por necessidade, mas por que querem sair de casa. Querem algo pra fazer. Tem trabalho, o que e como trabalhar. Estão felizes da vida, estão vivendo. Trabalho é vida, trabalho é sinônimo de coisa boa, não é sinônimo de coisa ruim. Quem colocou na cabeça dos brasileiros que trabalho é ruim foi a esquerda que são malandros, incompetentes e não gostam de trabalhar. Colocam na cabeça do brasileiro que trabalho é sinônimo de coisa ruim. Outra coisa, jogam o trabalhador contra o empregador, o trabalhador contra o empresário, o empreendedor. É esse que gera trabalho. A esquerda é malandra, incompetente, corrupta, no mundo todo. Na grande maioria são incapacitados, que nunca empregaram ninguém. Aliás, me diz um empresário de esquerda de sucesso. Não tem. São todos incompetentes. Todos recalcados e invejosos. Essa é a vida de um esquerdopata.

ND – O que o senhor acha da liberação do saque do FGTS?

LH – Sou a favor de liberar o fundo de garantia para o trabalhador. Na verdade, no Brasil, é o seguinte: se paga um salário para o colaborador e outro para o governo. Um colaborador vale por dois. Aí o governo fala, olha, você ganha um salário e dá um pouco pra mim, vou entregar saúde, educação, segurança, estradas boas. Na realidade não dá nada. Ele rouba o dinheiro de você, some, desaparece. Sou a favor do seguinte: do todo o dinheiro pra você todo o mês, eu dou os dois salários para vocês, todos os tributos que dou para o governo dou pra você. Aí você faz o que quiser com o seu dinheiro, compra um plano de saúde, você compra uma casa, um carro, você gira a economia. Assim é nos EUA. Cobram pouco do cidadão e dão todo o dinheiro para o cidadão. Por isso que todo mundo quer ir para os Estados Unidos. Menos leis trabalhistas e mais empregos.

ND – O senhor tem pretensão política

LH: Não, sou um ativista político, uma pessoa que se dedica na política desde o ano passado. Senti, ao longo de muitos anos, que os empresários e a população viviam a margem da política e chegamos aonde chegamos. Mas os empresários resolveram se engajar na política fazendo com que a ideia de uma empresa é uma Ieda de uma cidade, estado ou país. Tudo funciona com lógica. Eu não quero um político na minha empresa. Eu não penso nas próximas eleições, eu penso nas próximas gerações. Tem que falar a verdade como o nosso presidente está fazendo. Lamentavelmente a grande mídia, a velha mídia, aquela que viveu a vida toda nas costas do governo, todo o dia acha confusão, faz fofoca e quer seguir destruindo a mente do brasileiro. Durante 30 anos ligávamos a televisão pra ver aqueles jornais, lendo aqueles jornais, que fizeram a cabeça dos brasileiros. A-ca-bou. A-ca-bou. De janeiro a junho, individualmente, conversei com mais de 90 milhões de pessoas nas minhas redes sociais. As pessoas seguem pessoas que falam a verdade doa a quem doer. Eu não estou aí para agradar as pessoas. Estou aí para ver o que vejo no mundo. Saí há muito tempo da minha rua, conheci o mundo. Eu vi o que o comunismo fez no mundo.

ND: A presidência da República, não pensa futuramente?

LH: Veja bem, eu sou hoje um voluntário para a mudança do nosso País. Eu adoro nosso presidente. Aliás eu vou dizer o seguinte: que presidente simples, humilde, verdadeiro. Fazer o certo dar certo. Não tem como você copiar algo errado que vai dar certo. O nosso presidente vai transformar o nosso país numa grande nação. Os Estados Unidos está próximo no Brasil. Temos que se alinhar aos vencedores, aos que deram certo. Quando você fala com seu filho: anda com pessoas boas, não com um filho maconheiro, drogado, crackeiro… Anda com pessoas do bem. Nós [brasileiros] andávamos com as piores pessoas do mundo e a grande maioria está presa em Curitiba.

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