Mais de 20 toneladas de alimentos serão doadas para taxistas de Joinville

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A crise provocada pela pandemia do coronavírus afetou diversos setores da economia em Joinville, Norte do Estado. Entre esses setores, o de transporte foi um dos mais afetados e, taxistas têm sentido o impacto no orçamento familiar.

Doações serão realizadas nos meses de abril, maio e junho e devem beneficiar cerca de 450 famílias – Foto: Jonathan Rocha/NDTV

Pensando em auxiliar a população neste momento, a Maratona da Solidariedade tem arrecadado milhares de alimentos para a comunidade joinvilense. O Instituto GM e a Metronorte se uniram para atender o segmento dos taxistas e essa ação faz parte da Maratona da Solidariedade, realizada pela NDTV e Diocese de Joinville, com apoio da Polícia Civil, Sindipetro e Portobello.

Foram arrecadadas mais de 20 toneladas de alimentos que rendem mais de 1350 cestas básicas. O representante do Instituto GM em Joinville, Luiz Fernando Duccini, explica que a doação será realizada aos taxistas cadastrados e as cestas serão entregues de acordo com a lista.

“Vamos doar as cestas em abril, maio e junho”, diz Edson Trindade, diretor comercial da Metronorte.

“Perdemos quase 90% do serviço”, diz taxista

O presidente do Sincavir (Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários) de Joinville, Fernando Luiz da Silva, explica que a ação vai ajudar as famílias dos taxistas da cidade, que têm sentido o impacto da crise. “Agradecemos muito a GM. É um jeito para que nós possamos ajudar as famílias dos taxistas”, fala.

Um dos beneficiados será o taxista Nélio Evandro. Em casa, além dele, a companheira também trabalha diariamente com o táxi e as perdas financeiras com a crise atingem diretamente o orçamento familiar. “Perdemos quase 90% do serviço. Temos que ver o que vamos fazer daqui para frente. Essa ajuda é muito bem-vinda”, diz.

Para o proprietário da Metronorte, Feres Nahban, o momento é de união e solidariedade. “É momento de apoio, de mostrar estamos juntos, que eles podem contar conosco. Sabemos que tem muito medo. Agora é hora de pensar em solidariedade”, finaliza.

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