Greve no serviço de Florianópolis pode terminar em negociação com a prefeitura

A greve dos servidores públicos de Florianópolis entra nesta quinta-feira (7) no terceiro dia. Na quarta o movimento não ganhou a proporção esperada pelo Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis). De acordo com a prefeitura, dez dos 50 centros de saúde da Capital funcionaram com atendimento normal e 31 deles com serviços reduzidos. Os serviços de urgência e emergência, como as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) 24 horas e o Samu funcionam normalmente, sem nenhuma adesão dos servidores.

Na educação, 36 das 37 escolas de ensino fundamental funcionaram normalmente . No ensino infantil, 21 creches ficaram fechadas, 49 atenderam de forma parcial e 14 funcionaram normalmente.

Na manhã de quinta, às 11h, a diretoria do sindicato e os secretários dos principais setores do governo reúnem-se no gabinete do secretário de administração, Gustavo Miroski, para negociar o fim da greve. Ontem, a Prefeitura protocolou na justiça liminar pedindo a ilegalidade da paralisação  e afirmou que manteria proposta inicial. “Sempre estivemos de portas abertas para negociar”, disse o secretário Miroski. Já o Sindicato, solicitou nova mesa de negociações e a sensibilização do governo para a principal reivindicação da categoria: o fim das gratificações, por meio da incorporação dos salários.

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