Mulher que se passava por advogada de Ivete Sangalo tem prisão preventiva decretada na Capital

Mais pedidos de prisão devem ser feito por causa de outros inquéritos em que a estelionatária figura como autora

A mulher detida pela Deic há uma semana, na sexta-feira (22), que se passava por advogada de Ivete Sangalo em Florianópolis e já era investigada por outros crimes de estelionato, teve a prisão preventiva decretada e aguarda julgamento no presídio feminino da Capital.

Segundo o delegado da divisão de defraudações da Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) Raphael Werling, que havia pedido a prisão preventiva da falsa advogada, ela foi para audiência de custódia e lá mesmo o juiz já decretou a prisão. Werling afirma ainda que ela deve ficar presa por bastante tempo “porque novos pedidos de prisão devem ser feito por causa de outros inquéritos em que a mulher figura como autora”.

:: Deic prende estelionatária em Florianópolis que se passava por advogada de Ivete Sangalo 

Ela já havia sido indiciada em dois inquéritos policiais por crimes de estelionato que causaram graves prejuízos patrimoniais e usava um nome falso, afirmando ser ser representante da cantora Ivete Sangalo. Em uma situação investigada pela Deic, a falsa advogada teria recebido dinheiro de uma pessoa após garantir que a levaria até o trio elétrico de Ivete.

A pena para estelionato pode variar de três a quatro anos de detenção para cada vítima e de um a cinco anos por falsificação de documento. Segundo o delegado, recentemente a Deic identificou três vítimas e a mulher deve responder de três a quatro anos para cada uma das vítimas, somado à falsificação e aos crimes investigados nos inquéritos anteriores.

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