Nova Trento se prepara para a semana do Incanto Trentino

A Incanto Trentino não acontece em outubro, mas bem que merecia o mesmo destaque das festas alemãs realizadas em Blumenau e Brusque, e que já se transformaram em marca registrada de Santa Catarina. Neste ano, o tradicional evento de Nova Trento, no Vale do rio Tijucas, ocorre de 2 à 6 de agosto, com muita comida típica, desfile e apresentações culturais. A 25ª Festa das Tradições Ítalo-trentinas é realizada no centro da cidade e reúne milhares de pessoas apaixonadas pela cultura dos descendentes de italianos da região de Trento. O vinho, as flores, os queijos, a dança, a música, o clima de montanha e muita, muita alegria, tornam-se os destaques dos festejos.

O baile com músicas típicas é uma das atrações do evento - Divulgação
O baile com músicas típicas é uma das atrações do evento – Divulgação

A programação começa a partir do dia 2 de agosto, na quarta-feira, com um evento especial no Salão Paroquial São Virgílio. É a apresentação do Grupo de Teatro Dialetalle Cuore Trentino, que traz a peça “La Herança Della Pora Sunta (A herança da falecida Sunta)”. Na quinta-feira acontece a tradicional Polenta com Linguiça, a partir das 19h30. Já a abertura oficial foi agendada para a sexta-feira, dia 3, incluindo show com Valmir Bertotti e Banda, Escolha da Rainha e Princesa do Incanto Trentino e Circolo Trentino 2017/18, baile do Grupo I Pargoleti e Banda Ragazzi Dei Monti.

No segmento cultural, as danças típicas são uma atração à parte. Na cidade há o tradicional grupo de dança Folk Nea Tridentum, que sobe ao palco às 18h30 de sábado. Os dançarinos, que se apresentam durante os três dias de festa, conseguem expor todo o carinho pela cultura e o orgulho de ser descendente trentino – um povo alegre, cujos trajes e as danças lembram um pouco os descendentes austríacos, devido a proximidade entre o Trento e a Áustria. “Para o nosso grupo, a dança é a forma de divulgação e manutenção da cultura dos nossos antepassados. Consideramos um trabalho importante, pois sem ele essa cultura toda desapareceria”, explica Sidnei Zanella, coordenador do grupo de dança Folk Nea Tridentum.

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