Novo partido respeita religiões e defende legítima defesa, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (21), que o partido que pretende criar após sair do PSL, o Aliança pelo Brasil, respeita religiões, defende legítima defesa e o porte e posse de arma.

Além disso, deseja o livre-comércio com o mundo, “sem o viés ideológico”. A afirmação foi feita em transmissão semanal ao vivo no Facebook.

Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Solenidade de Ampliação do Programa Educação Conectada nas Escolas e Comemoração do Dia da Bandeira. Foto: Isac Nóbrega/PR/Divulgação/ND

Bolsonaro afirmou que a nova legenda terá um perfil conservador e dará “crédito” aos valores familiares. “O estatuto está muito bonito, mas nós queremos que isso na prática venha a se fazer valer quando ele for criado”, disse.

Ele disse espera poder angariar as 500 mil assinaturas para a formação da sigla por via eletrônica, mas, caso não seja possível, a futura agremiação buscará as assinaturas físicas.

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Caso o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não permita a coleta de assinaturas digitais, Bolsonaro disse que o Aliança pelo Brasil não ficará pronto a tempo de poder disputar as eleições municipais de 2020.

Para poder disputar o próximo pleito, o partido deve ser criado até março. “O número escolhido é o 38, é um bom número, tínhamos poucas opções”, declarou.

Excludente de ilicitude

Bolsonaro abordou também a retomada da proposta do excludente de ilicitude num projeto de lei enviado ao Congresso.

O projeto prevê a possibilidade de redução ou mesmo isenção da pena a agentes de segurança que causarem morte para casos ocorridos durante as operações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem).

Jair Bolsonaro durante live no Facebook – Foto: Reprodução/Redes Sociais

De acordo com o presidente, o excludente de ilicitude é uma forma de prestigiar membros das Forças Armadas e de forças policiais.

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