Operação prende acusados de participar de roubo a banco no Vale do Itajaí

A Operação Arremate, da Polícia Civil de Taió, prendeu três homens, nesta quinta-feira (13), suspeitos de participarem de um roubo em banco na cidade de Mirim Doce.

Além dos três mandados de prisão preventiva que foram cumpridos, os policiais também executaram dois mandados de busca e apreensão.

Policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão e três de prisão na manhã desta quinta-feira – Polícia Civil/Divulgação

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Pouso Redondo e Agrolândia. Os homens são suspeitos de terem participado de um roubo nas agências bancárias do Banco do Brasil e Cresol, na cidade de Mirim Doce, no dia 1º de março deste ano.

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Ação violenta

Na ocasião, seis homens fortemente armados realizaram a ação nos dois bancos de forma praticamente simultânea.

Os criminosos estavam em dois carros e executaram uma ação extremamente violenta, chegando a realizar diversos disparos durante o roubo, inclusive com fuzil. Um deles chegou a atingir o carro do prefeito da cidade, que estava estacionado nas proximidades.

Além de roubarem cerca de R$ 130 mil, os criminosos levaram como refém o gerente de uma das agências bancárias. Ele foi libertado durante a fuga, um pouco antes de abandonarem os veículos na rodovia BR-470, atearem fogo em um dos carros e adentrarem numa região de mata.

Seis pessoas participaram da ação criminosa na ocasião, sendo quatro delas presas em flagrante delito pela Polícia Militar. As outras duas morreram em confronto durante a fuga.

A investigação do caso, que durou cerca de três meses, apontou que além dos homens presos no dia do crime, os suspeitos presos nesta quinta-feira também integravam o grupo criminoso que entrou nas agências bancárias, tendo participado tanto do planejamento quanto da execução em si.

Eles foram responsáveis, entre outras atividades, por fazer o levantamento das agências bancárias e dos policiais da cidade, auxiliaram na fuga jogando miguelitos (artefato feito com pregos) nas rodovias e monitoravam o rádio da Polícia Militar para se antecipar às ações das forças de segurança.

O nome da operação, Arremate, faz referência à conclusão das investigações que culminou nas prisões – Polícia Civil/Divulgação

Na casa de um dos suspeitos, a Polícia Civil identificou um buraco que teria sido cavado pelos integrantes do grupo durante o planejamento da ação, com a finalidade de ocultar as armas utilizadas para praticar o crime, bem como o dinheiro que seria roubado das agências bancárias.

O nome da operação, Arremate, faz referência à conclusão das investigações que culminou nas prisões ocorridas nesta quinta-feira, bem como à completa elucidação do roubo ocorrido na cidade de Mirim Doce.

Polícia